O Tribunal de Justiça de Santa Catarina decidiu manter a prisão preventiva do ex-chefe de fiscalização da Floram, em Florianópolis. Ele e outros quatro servidores públicos são acusados de supostos crimes no licenciamento ambiental de obras. A defesa do ex-servidor havia solicitado habeas corpus, alegando fragilidade nas provas que fundamentaram a prisão.