O advogado das filhas gêmeas de Gugu Liberato, Sofia e Marina, de 17 anos, informou nesta quarta-feira (25) que o vídeo em que as herdeiras aparecem fazendo acusações contra a tia e tutora Aparecida Liberato foi vazado indevidamente.
Já nesta quinta-feira (26), as jovens usaram seus perfis na internet para esclarecer as polêmicas recentes envolvendo a família. “Não é sobre uma compra de carro“, ressaltaram, após um vídeo em que elas reclamam de veto a compra de um Porsche circular na internet .
João Augusto com Marina, Sofia e Gugu Liberato – Foto: Reprodução/Instagram
Em entrevista ao portal UOL, o advogado Nelson Wilians, responsável pela defesa de Sofia e Marina afirmou que o vídeo em que as duas contam que a tia não reconhece que Rose Miriam, mãe das gêmeas, e Gugu tiveram uma união estável foi divulgado sem autorização.
“Elas não deram entrevista para nenhum veículo de comunicação e nem darão. A gravação foi feita diretamente para a Justiça e faz parte do processo de Inventário que tramita em segredo de justiça. Portanto, o vídeo foi indevidamente vazado à imprensa e os fatos serão apurados na esfera cabível”, ressaltou o advogado Nelson Wilians.
Gêmeas se pronunciaram sobre vazamento
Em meio a críticas sobre o polêmico vídeo no qual elas reclamam da tia por receberem uma quantia de dinheiro menor que o irmão, João Liberato, e, por isso, não puderam comprar o carro dos sonhos, um Porsche, as gêmeas resolveram se pronunciar na internet.
Marina Liberato disse: “Eu estou passando aqui para esclarecer algumas coisas sobre um vídeo que está passando em várias redes sociais sobre eu e a Sofia. Que a gente fez um vídeo e esse vídeo foi realmente um vazamento, que a gente não faz ideia de quem vazou esse vídeo, mas foi um vazamento”, escreveu na publicação.
“Eu queria sugerir para vocês que estão nos criticando assistir o vídeo inteiro porque realmente esse vídeo não é sobre uma compra de carro que a Sofia comentou, ele tem muito mais propósito do que isso”, ressaltou.
Ela continuou: “ele [o vídeo vazad] é sobre um problema muito mais sério e muito maior, então, eu também queria esclarecer que a gente não deu e a gente também não dará nenhuma entrevista, porque esse assunto é realmente bem sigiloso e é segredo de justiça”, disse. Marina Liberato ainda afirmou que os advogados entraram com todas as medidas cabíveis para descobrir quem vazou as imagens.
Sofia publicou um esclarecimento bem parecido, reforçando que as duas não falarão sobre o processo, que ele corre em segredo de Justiça. “Também queria falar mais uma coisa, que esse vídeo foi vazado sem o nosso consentimento, tanto que só era pra ser visto pelos olhos da justiça”, ressaltou.
Entenda o caso
Um vídeo publicado pelo portal Metrópoles mostra as jovens discordando do posicionamento de Aparecida, irmã de Gugu, que não considera válida a união estável entre o apresentador e a médica Rose Mirian. Segundo noticiado, elas haviam decidido contar tudo sobre o relacionamento dos pais após serem emancipadas.
No último mês, Marina, Sofia e Rose estiveram reunidas com o advogado, já que desejam uma auditoria independente nas contas do inventário. Elas também querem depor diretamente ao juiz.
“Minha tia e os advogados dizem que minha mãe não tinha união estável com meu pai, mas eles tinham sim, nós éramos uma família e só quem sabe a verdade somos nós. Eles falaram que nunca vão aceitar que minha mãe era a companheira do meu pai e que era para gente não se meter em nada”, completou Marina.
As irmãs seriam a favor de um acordo e reconhecem a união estável entre Gugu e a mãe. Marina e Sofia têm direito a 63% da herança. Mãe dos três filhos do apresentador, Rose luta na Justiça pelo reconhecimento da união estável com Gugu Liberato e para ter direito a herança dele, avaliada em R$ 1 bilhão.
Segundo as meninas, havia desconfiança sobre as atitudes da tia. “Muito estranho o jeito que ela agia com a gente”, defendeu Marina.
“Eu pedi um carro porque eu não tinha nenhum carro e queria muito. Eu pedi para minha tia a Porsche que eu sempre sonhei em ter. E ela falou que falou com a promotora e a promotora falou que eu não podia ter esse carro porque era muito luxuoso para uma criança de 17 anos. Eu já achei isso muito estranho, mas falei: ‘tá bom’. E fui atrás de um carro mais barato”, completou.
O processo de inventário é atualmente conduzido por Aparecida Liberato e pelos advogados Dilermando Cigagna Júnior e Carlos Regina. As gêmeas dizem que o irmão João está sendo manipulado pela tia.