Santa Catarina é cheia de belezas naturais, que vão desde as praias aos morros verdes arborizados. Não é à toa que tantas pessoas do Brasil e até de outros países escolhem o Estado como destino de férias. Mas, para continuar sendo referência no quesito natureza, é necessário investir na conservação.
A reportagem do Balanço Geral Florianópolis fez um passeio pelo Parque Natural das Dunas da Lagoa da Conceição, na Capital, e conversou com o professor de Ecologia da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), José Salatiel Rodrigues Pires, sobre a importância de defender o meio ambiente.
A área do Parque Natural Municipal das Dunas da Lagoa da Conceição tem área de 729 hectares – Foto: Flávio Tin/ND“Na verdade o que a gente tá preservando é o que a gente chama de biodiversidade. Ou seja, a diversidade de vida, de organismos que vivem aqui. Tanto de plantas, como de animais, insetos, vários outros organismos”, explicou o professor.
Para Pires, apesar de muitas pessoas reconhecerem a necessidade da conservação, a prática é um pouco mais complicada: “A conservação exige que a gente se liberte de certos hábitos que a gente tem. Desde aquela questão de colocar o lixo [no lugar] direitinho até questões maiores. Por exemplo, o desmatamento está intimamente relacionado à questão da mudança climática, que é um grande problema que nós temos que enfrentar, principalmente as próximas gerações”.
O casal de biólogos do interior de São Paulo, Adriana Pires e Vitor Saito, costuma visitar reservas. Eles estavam passeando pelo parque e também destacaram a importância de áreas de preservação e da conscientização ambiental.
“Conservar é o primeiro passo. Isso não depende só da gente. Tem que ter uma grande vontade política”, disse Saito. “E conscientização ambiental também”, completou Adriana.
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