Confira quais praias de Santa Catarina estão aptas para banho

Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina divulgou último relatório do ano e o quarto da temporada atual de verão

Redação ND Florianópolis

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Santa Catarina publicou os resultados de balneabilidade de 231 pontos de praia distribuídos pelo Litoral do Estado nesta quinta-feira (30). A análise, feita pelo IMA (Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina), é a última do ano e a quarta desta temporada de verão.

Praias de SC, em sua maioria estão liberadas para banho – Foto: Flávio Tin/ Arquivo/ NDPraias de SC, em sua maioria estão liberadas para banho – Foto: Flávio Tin/ Arquivo/ ND

Dentre os resultados publicados, os exames mostraram que 182 dos 231 pontos estudados estão próprios para banho no Estado, o que corresponde 78,8%. Em Florianópolis, esse percentual sobe para 83,9%, onde, dos 87 locais conde foram coletadas amostras, 73 estão em condições de receber banhistas. 

>> Confira a lista de pontos aptos para banho em SC

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As análises são realizadas em 21 municípios do Litoral catarinense:

  • Balneário Camboriú;
  • Balneário Barra do Sul;
  • Barra Velha;
  • Biguaçu;
  • Bombinhas;
  • Florianópolis;
  • Garopaba;
  • Gov. Celso Ramos;
  • Imbituba;
  • Itajaí;
  • Itapema;
  • Itapoá;
  • Jaguaruna;
  • Joinville;
  • Laguna;
  • Navegantes;
  • Palhoça;
  • Penha;
  • Balneário Piçarras;
  • Porto Belo;
  • São José.

Análises

Após as coletas, o laboratório central do IMA, em Florianópolis, recebe as amostras para dizer se um ponto é próprio ou impróprio para banho. É analisada a presença da bactéria Escherichia coli, presente em fezes de animais e humanos.

O Instituto ressalta que os critérios para a análise de balneabilidade do Estado estão de acordo com o que estabelece na legislação. Conforme as resoluções do Conama, o Índice de Balneabilidade é calculado a partir das densidades de Escherichia coli na água.

Os aspectos levados em consideração são: condições de maré; incidência pluviométrica das últimas 24 horas; temperatura da amostra e do ar no momento da coleta; e imediata condução para pesquisa em crescimento bacteriano.

Praia da Joaquina, em Florianópolis – Foto: Diogo de Souza/NDPraia da Joaquina, em Florianópolis – Foto: Diogo de Souza/ND

Por fim, a água é considerada própria (bandeira azul) quando, em 80% ou mais de um conjunto de amostras coletadas nas últimas cinco semanas, no mesmo local, haja, no máximo, 800 Escherichia coli por 100 mililitros.

Já a água imprópria é considerada quando mais de 20% de um conjunto de amostras coletadas nas últimas cinco semanas anteriores, no mesmo local, for superior que 800 Escherichia coli por 100 mililitros ou quando, na última coleta, o resultado for superior a 2000 Escherichia coli por 100 mililitros.

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