Conselhos de unidades de conservação de Florianópolis falam em “desmonte” da política ambiental

Representantes enviaram documento ao Ministério Público, à Câmara de Vereadores e ao próprio prefeito Topázio Neto (PSD)

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Os conselhos das unidades municipais de conservação de Florianópolis enviaram documento ao promotor de Justiça Felipe Martins de Azevedo, ao presidente da Câmara, Roberto Katumi (PSD), e ao prefeito Topázio Neto (PSD), denunciando “desmonte” na Floram (Fundaçāo Municipal do Meio Ambiente). Eles dizem que há um enfraquecimento do órgão que “fragiliza a fiscalização e a boa gestão” das UCS.

Refúgio de Vida Silvestre Municipal Meiembipe, maior unidade de conservação de Florianópolis – Foto: Anderson Coelho/Arquivo/NDRefúgio de Vida Silvestre Municipal Meiembipe, maior unidade de conservação de Florianópolis – Foto: Anderson Coelho/Arquivo/ND

No texto, eles destacam que as áreas protegidas por lei representam 27% do município, mas que o departamento de unidades de conservação da fundação só tem dois técnicos.

Além disso, reivindicaram o lançamento de um concurso público para contratação de fiscais e questionam a criação da Guarda Municipal Ambiental. Outro ponto citado no ofício é “falta de transparência” sobre o pagamento de compensações ambientais devidas às unidades de conservação.