Cooperativas de reciclagem de Florianópolis defendem projeto sobre catadores

Setor vem sofrendo com atividades de clandestinos: desde início da pandemia movimentação de resíduos caiu 35% nos galpões

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Representantes de sete associações e cooperativas de catadores de Florianópolis – que representam mais de 600 pessoas – estão pedindo que a Câmara aprove o projeto de lei encaminhado pelo Executivo que regulamenta a atividade, com proibição das atividades dos clandestinos.

Cooperativas, que vem sofrendo desde o início da pandemia, defendem a regulamentação da atividade – Foto: Divulgação/NDCooperativas, que vem sofrendo desde o início da pandemia, defendem a regulamentação da atividade – Foto: Divulgação/ND

Em documento que está sendo entregue aos vereadores, eles defendem um “novo modelo” de coleta seletiva para “dar segurança e regularidade à coleta dos materiais recicláveis, além de garantir a sustentabilidade das associações/cooperativas”.

Eles destacam que em função da pandemia a quantidade de resíduos entregues diminuiu cerca de 35%, “deixando ociosos os galpões” alguns dias da semana.

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Além disso, argumentam que o projeto “não exclui literalmente catadores informais” e dá oportunidade de se regulamentarem, permitindo ao município “controle sobre a destinação ambientalmente adequada, garantindo que os rejeitos não parem em rios, córregos, terrenos baldios matas etc”.