Elas são belas, essenciais para a vida, alimentam, geram sombra e produzem oxigênio. Conheça abaixo algumas das principais árvores nativas da Mata Atlântica que podem ser encontras em Joinville, no Norte de Santa Catarina.
Ipê (amarelo e roxo), aroeira, jacatirão, pitanga, ingá-feijão, sibipiruna, bacupari, palmito juçara, grumixama, pau-ferro, araçá, guabiroba e jerivá são as principais espécies encontras por aqui, um privilégio da natureza.
Uma dica: antes de plantar uma árvore dentro da cidade, é preciso levar em consideração a arquitetura da planta (estrutura, raiz, porte e diâmetro); seu crescimento e a estética.
CONHEÇA AS 14 ÁRVORES
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Ipê-amarelo (Tabebuia chrysoticha). Jânio Quadros declarou o ipê-amarelo a for nacional. Desde então, é a flor símbolo de nosso país e muito abundante em Joinville. É usada no paisagismo, enfeita e alegra a cidade na época de florada. Fruto não-comestível. – Foto: Luiz Veríssimo/Divulgação ND
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Ipê-roxo (Tabebuia impetigionosa). Da casca, extraem-se substâncias de uso medicinal, utilizadas no combate aos diversos tipos de câncer e infecções de pele e mucosas. As flores encantam e embelezam. Fruto: não-comestível. – Foto: Giulia Venutti/Divulgação ND
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Jacatirão (Tibouchina mutabilis). A espécie está entre as de maior ocorrência na Mata Atlântica. Floresce durante os meses de novembro a fevereiro. Fruto: não-comestível. – Foto: central das plantas/Divulgação ND
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Jerivá (Syagrus romanzoffiana). Ocorre em quase todas as formações vegetais, principalmente na Mata Atlântica. Trata-se de um coqueiro e que, como o nome diz, produz uns coquinhos amarelinhos comestíveis. A sua forma de dispersão é por meio de animais que consomem seus frutos e dispersam suas sementes através das fezes. – Foto: Wikiaves/Divulgação ND
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Sibipiruna (Caesalpinia peltophoroides) tem entre 8-16 m de altura, copa arredondada, moderadamente ampla, de até 6 m de diâmetro, com colorido verde muito vistoso. É uma das primeiras espécies a surgir em uma área degradada. Fruto: não-comestível – Foto: Internet/Divulgação ND
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Araçá (Psidium cattleianum). Seu fruto serve como fonte nutritiva para muitas espécies de animais, contribuindo para manutenção e o aumento da biodiversidade. – Foto: Internet/Divulgação ND
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Bacupari (Rheedia gardneriana). Quando plantadas em áreas abertas geram muito mais frutos e iniciam a produção quando ainda bem jovens. Fruto: comestível. – Foto: Viveiro ipe bacupari/Divulgação ND
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Pau-ferro (Caesalpinia ferrea). Madeira dura, densa, durável e resistente, de excelente qualidade para fabricações de violões e violinos e para construção civil. Fruto: não-comestível. – Foto: Mauro Guanandi/Divulgação ND
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Pitanga (Eugenia uniflora). A pitanga tem seu nome derivado do tupi que quer dizer “vermelho”. Os frutos da pitangueira possuem propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, devido à presença de compostos fenólicos. – Foto: Istock/Divulgação ND
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Grumixama (Eugenia brasiliensis). Árvore de até 15 metros de altura, nativa das matas primárias desde a Bahia até Santa Catarina, em mata aluviais e encostas suaves. É hoje rara. Fruto: comestível. – Foto: Líder Agronomia/Divulgação ND
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Guabiroba (Campomanesia xanthocarpa). Guabiroba, palavra de origem guarani quer dizer “árvore da casca amarga”. A planta é pouco exigente de cuidados, crescimento rápido a médio, resistente ao frio, abundante nas partes úmidas das matas. – Foto: Acervo Apremavi/Divulgação ND
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Aroeira (Sshinus terebinthifolius). Devido ao seu pequeno porte, é indicada para arborização de ruas estreitas e sob fios elétricos. Fruto: pimenta rosa, utilizado como codimento.- Foto: Internet/Divulgação ND
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Ingá-feijão (Inga marginata) . Produtora abundante de néctar e pólen. Fruto: comestível. Foto: Internet/Divulgação ND
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Palmito Juçara (Euterpe edulis). Seu palmito é o mais apreciado e valorizado entre as palmeiras. Por conta disso, encontra-se hoje sob o risco de extinção. Fruto: comestível. – Foto: Internet/Divulgação ND
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