MPF dá prazo para Casan informar sobre medidas de apoio às vítimas de desastre ambiental

Em ofício encaminhado à presidente da empresa, órgão federal pede que seja providenciado alojamento digno e seguro às famílias

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Situação da Lagoa da Conceição na manhã desta segunda-feira (25) – Foto: Felipe Carneiro/Especial para o NDSituação da Lagoa da Conceição na manhã desta segunda-feira (25) – Foto: Felipe Carneiro/Especial para o ND

O Ministério Público Federal (MPF) em Santa Catarina recomendou, com prazo de 24 horas, que a Casan (Companhia Catarinense de Águas e Saneamento) comprove a adoção de medidas eficazes para solucionar os problemas mais urgentes enfrentados pelas famílias que tiveram suas casas atingidas pelo grave rompimento da lagoa de infiltração da Lagoa da Conceição, em Florianópolis.

O ofício, enviado à diretora-presidente da Casan, Roberta Maas dos Anjos, foi protocolado nesta quarta-feira (27) à noite, é assinado pela procuradora da República Analúcia Hartmann.

Ela recomendou à Casan que “sejam adotadas medidas urgentes para propiciar alojamento digno (em hotéis ou pousadas) e seguro (pandemia) para todas as pessoas que sofreram tais danos materiais e morais, bem como a disponibilização de pessoal e de material para a limpeza e o salvamento de bens na área atingida”.

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