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Prefeito Topázio Neto justifica aumento na taxa de lixo em Florianópolis

Prefeito Topázio Neto (PSD), em nota encaminhada à Coluna Bom Dia, justificou a alta na Taxa de Coleta de Resíduos Sólidos em Florianópolis e que gerou grande polêmica no último final de semana

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O aumento na TCRS (Taxa de Coleta de Resíduos Sólidos), em Florianópolis, repercutiu negativamente em meio ao feriadão de Natal.

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    Empresa terceirizada tira o lixo do Centro de Florianópolis - Leo Munhoz/ND
    Empresa terceirizada tira o lixo do Centro de Florianópolis - Leo Munhoz/ND
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    Lixo se acumula nas ruas de Florianópolis - Divulgação/ND
    Lixo se acumula nas ruas de Florianópolis - Divulgação/ND
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    Caminhão de empresa terceirizada e que está se credenciando para atuar durante a greve chega à sede da Comcap para ser usado na coleta de lixo e de demais resíduos - Divulgação/ND
    Caminhão de empresa terceirizada e que está se credenciando para atuar durante a greve chega à sede da Comcap para ser usado na coleta de lixo e de demais resíduos - Divulgação/ND

Alguns manifestos, via internet, chamaram a atenção em sentido de cobrança em cima do prefeito por um aumento “acima da inflação” na taxa da coleta do lixo.

O detalhe é que, sim, trata-se de um aumento, mas a prefeitura explica que “é relativo ao IPCA dos últimos 11 meses”.

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Ainda de acordo com o que foi justificado pelo Poder Executivo, em nota, alguns casos tiveram uma alta mais significativa em função da suspensão de um “redutor de 11,05%”, aplicado desde 2005, mas que nesse momento foi considerado “indevido” pela procuradoria do município.

O tema promete, ainda, dar muito pano para manga.

O que diz a nota

A Prefeitura de Florianópolis informou que a Taxa de Coleta de Resíduos Sólidos (TCRS) sofreu reajuste em 4,57%, relativo ao IPCA dos últimos 11 meses. Para alguns casos, houve o cancelamento de um redutor de 11,05%, aplicado desde 2005, que foi considerado indevido pela procuradoria de Florianópolis. Ao invés de cobrar retroativo, o município decidiu apenas voltar a aplicar o valor normal neste ano. Para esses casos, o valor do aumento, em média, foi de R$ 4,50 por mês, considerando já o reajuste da inflação.