Projeto da SMMA, Monitores Ambientais, começa a atuar em dezembro nas Unidades de Conservação

Participantes da iniciativa receberão treinamento e atuarão nas unidades de conservação municipais durante o verão

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Programa que prevê o acompanhamento e supervisão nas unidades de conservação de Florianópolis durante esta temporada de verão, o projeto Monitores Ambientais está em processo de seleção dos participantes. Participam da iniciativa, promovida pela Prefeitura da Capital, por meio da SMMA (Secretaria Municipal do Meio Ambiente) e Floram (Fundação Municipal do Meio Ambiente), estudantes de graduação ou curso técnico da área ambiental e afins.

Parque da Lagoinha do Leste é uma das unidades que serão monitoradas pelos estudantes – Foto: Flávio Tin/Arquivo/NDParque da Lagoinha do Leste é uma das unidades que serão monitoradas pelos estudantes – Foto: Flávio Tin/Arquivo/ND

A partir de agora, a equipe vai entrar em contato com os alunos, que terão um curso prévio sobre as unidades municipais antes de começar, efetivamente, o trabalho em campo.

A previsão é de que as atividades comecem no início do mês de dezembro. A   monitoria, esclarece a SMMA/Floram, poderá ser realizada no formato de estágio obrigatório ou trabalho voluntário, ambos sem remuneração.

A iniciativa abrange atividades de educação ambiental e monitoramento nas unidades de conservação municipais, explica o Secretário Municipal do Meio Ambiente, Fabio Braga: “O monitor percorrerá áreas utilizadas por moradores e turistas, fazendo registro de informações e dando orientações sobre a fauna e flora aos visitantes das unidades”.

Treinamento antes do trabalho em campo

O treinamento dos estudantes será realizado pelo Depuc (Departamento de Unidades de Conservação) e abrangerá, além das unidades em si, os ecossistemas do município, fauna e flora, serviços ecossistêmicos, sítios arqueológicos e gestão de resíduos.

Para participar das atividades, é necessário ser estudante de graduação ou de curso técnico nas áreas ambientais, como geografia, geologia, oceanografia, biologia, engenharia ambiental, agronomia, engenharia sanitária e ambiental, química, cursos técnicos de meio ambiente, gestão ambiental e afins.

“A criação da Monitoria Ambiental oportuniza aos estudantes conhecer na prática as unidades de conservação da Ilha. Além disso, eles darão orientações à população e aos turistas que visitam os locais, dividindo o conhecimento. Esperamos que seja um período de muito aprendizado para todos”, ressalta Beatriz.

Monitoria abrange atividades de educação ambiental e monitoramento nas unidades de conservação municipais. Na foto, o Parque Municipal do Manguezal do Itacorubi – Foto:  PMF/Divulgação/NDMonitoria abrange atividades de educação ambiental e monitoramento nas unidades de conservação municipais. Na foto, o Parque Municipal do Manguezal do Itacorubi – Foto:  PMF/Divulgação/ND

Educação ambiental

O secretário municipal de Meio Ambiente, Fábio Braga, também ressalta a importância da iniciativa. “Os monitores realizarão um trabalho de educação ambiental importante com os moradores e turistas nas unidades de conservação, uma vez que estes locais costumam receber mais visitantes durante o verão, colaborando assim com a preservação e cuidado com a natureza nessas áreas”, avalia.

O período de estágio obrigatório e trabalho voluntário vai de dezembro de 2022 a fevereiro de 2023.

Equilíbrio entre o urbano e o natural

As unidades de conservação permitem salvaguardar o equilíbrio entre as paisagens urbanas e as paisagens naturais, permitindo que o município continue cercado pela diversidade cultural, em meio à rica diversidade natural e de rara beleza, formada por praias, costões, dunas, manguezais, encostas cobertas por exuberantes florestas, rios, cachoeiras, lagoas e lagunas.

UC (Unidade de Conservação), segundo o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC- Lei 9.985/2000), é um espaço territorial e seus recursos ambientais, incluindo as águas jurisdicionais, com características naturais relevantes, legalmente instituído pelo poder público, com objetivos de conservação e limites definidos, sob regime especial de administração, ao qual se aplicam garantias adequadas de proteção.

A SMMA/Floram é a responsável pela gestão de onze UCs municipais (33% do território).

Monitores realizarão um trabalho de educação ambiental importante com os moradores e turistas nas unidades de conservação – Foto: PMF/Divulgação/NDMonitores realizarão um trabalho de educação ambiental importante com os moradores e turistas nas unidades de conservação – Foto: PMF/Divulgação/ND

Unidades de conservação municipais

Monumento Natural Municipal da Lagoa do Peri  – LEI Nº 10.530/2019

Parque Natural Municipal das Dunas da Lagoa da Conceição – LEI N. 10388/2018

Monumento Natural Municipal da Galheta – LEI N. 10100/2016

Parque Natural Municipal da Lagoinha do Leste – LEI N. 10387/2018

Parque Natural Municipal do Maciço da Costeira – LEI N. 10459/2018

Parque Municipal do Manguezal do Itacorubi – DECRETO 1529/2002

Parque Municipal da Ponta do Sambaqui – LEI N, 6725/2008

Parque Natural Municipal do Morro da Cruz – LEI N.  9321/2013

Parque Natural Municipal Lagoa do Jacaré das Dunas do Santinho – Lei N. 9948/2016

REVIS Meiembipe DECRETO Nº 23.324, DE 09 DE NOVEMBRO DE 2021

REVIS Morro do Lampião DECRETO Nº 23.323, DE 09 DE NOVEMBRO DE 202

Conforme determina a Lei Municipal nº 10.199, de 27 de março de 2017, a Prefeitura Municipal de Florianópolis informa que a produção deste conteúdo não teve custo, e sua veiculação custou R$2.000,00 reais neste portal