Super 17: Florianópolis é ‘referência’ na reciclagem e destinação de lixo, diz prefeitura

Seminário do Super 17 discute temas como a drenagem pluvial da Capital, o esgoto e o descarte correto de dejetos na cidade

Foto de Gabriela Ferrarez

Gabriela Ferrarez Florianópolis

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A reciclagem e destinação do lixo coletado em Florianópolis foram pontos ressaltados no seminário sobre saneamento básico do Super 17, evento que celebra o 17º aniversário do jornal ND, que acontece nesta quarta-feira (30) na Capital.

Super 17: Florianópolis é 'referência' na reciclagem e destinação de lixoReciclagem e destinação do lixo coletado em Florianópolis foram pontos ressaltados no seminário sobre saneamento básico do Super 17 – Foto: Diorgenes Pandini/Especial para o ND

No seminário do Super 17 desta quarta (30) pesquisadores, jornalistas e sociedade discutem o saneamento básico de Florianópolis. Serão discutidos temas como a drenagem pluvial da Capital, o esgoto e o descarte correto de dejetos na cidade.

Segundo Bruno Vieira, superintende do Saneamento Básico da Prefeitura, a Capital é referência na coleta de lixo.

“Hoje somos referência nacional na temática resíduos sólidos, temos índices que nenhuma outra cidade do Brasil tem. Os serviços oferecidos à população como ecopontos e coletiva de orgânicos, nos colocam na ponta quanto ao índice de desvio do aterro sanitário. Hoje nós recuperamos mais de 12% de todos os resíduos produzidos no município”, fala.

“Quando a gente fala de Florianópolis, estamos falando da Capital mais sustentável do país. Temos desvio de aterro sanitário que temos trabalhado muito e meio-ambiente”, completou o secretário do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Florianópolis, Fábio Braga.

‘Não temos mais tempo’, afirma secretário sobre urgência de soluções

Segundo Braga, a prefeitura tem tentando se antecipar aos prejuízos causados pelas mudanças climáticas apostando em iniciativas que ajudem o meio-ambiente e a sustentabilidade.

Conforme o secretário, o trabalho em conjunto entre o município e a Casan (Companhia Catarinense de Águas e Saneamento), vai ajudar a bater a meta de saneamento público.

“Acredito que o grande ‘xeque-mate’ foi a Prefeitura ter notificado a Casan para que a gente chegue até 2026 com 90% do esgoto da cidade. A prefeitura está disposta a intervir na Casan de forma pontual. A Lagoa da Conceição precisa estar em nosso radar por conta do maior desastre ambiental que já aconteceu. Nós nos dispomos a discutir a solução”, diz Braga.

“Não temos mais tempo a esperar. Não podemos perder nosso principal ativo, a população”, completa.

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