VÍDEO: veja imagens do meteoro que passou pelo céu de Florianópolis

O meteoro foi registrado da direção norte para sul e gravado do Sul da Ilha de Santa Catarina, segundo o portal Conexão GeoClima

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Redação ND Florianópolis

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Um vídeo de um meteoro passando pelo céu de Florianópolis ‘viralizou’ nas redes sociais na noite desta quarta-feira (26). O momento foi registrado por Thiago Paes do BRAMON (Brazilian Meteor Observation Network) e divulgado pela equipe do portal Conexão GeoClima.

Fenômeno foi captado no céu de Florianópolis – Foto: Thiago Paes / BRAMONFenômeno foi captado no céu de Florianópolis – Foto: Thiago Paes / BRAMON

O meteoro foi registrado da direção norte para sul e gravado do Sul da Ilha de Santa Catarina, segundo o portal. “A câmera consegue captar um meteoro a vários quilômetros de distância”, afirma o portal.

Conforme o voluntário do Observatório Astronômico da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), Elismar Losch, a passagem de meteoros acaba sendo bem frequente em todo o planeta.

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“Parece ser um meteoro mais ‘brilhante’ que o normal. Geralmente o que acontece é que o meteoro quando atinge a atmosfera ele queima e desaparece. Esse ainda durou por cerca de três segundos, bem mais que o normal”, explica o especialista.

Apesar disso, segundo o especialista, não há motivo para qualquer tipo de temor. “Meteoros menores que esse queimam ainda mais rápido. O que pode acontecer é sobrar alguns mínimos fragmentos, nada que preocupe”, avalia.

O profissional ainda lembrou do meteoro que passou pelo céu da Rússia em 2013 e lançou bolas de fogo em direção a terra deixando quase mil feridos na ocasião. “Esse tinha quase 20 metros, é diferente. O que passou em Florianópolis parece ter menos de um metro”, afirma.

Veja o vídeo:

Formação

Segundo Losch, existem fragmentos no sistema solar que são resquícios das formações dos planetas. Também há outros fragmentos que são resquícios da passagem de cometas.

“Estes [passagem de cometas] são formados por gelo e rocha, quando chegam perto do sol acabam evaporando e soltando pedregulhos”, explica o profissional.

A estimativa é que o fenômeno, assim como a chuva de meteoros, aconteça até mil vezes por dia no planeta em maiores e menores escalas.

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