Depois de bolsas, acessórios, roupas e calçados, as joias e os relógios foram oficializados como novos astros do chamado secondhand (segunda mão) de luxo.
Na verdade, as peças feitas com pedras preciosas e metais nobres vêm sendo trocadas de mãos há muito mais tempo nesta lista de itens, porém não havia este nome criado para fomentar o mercado.
Afinal, são artigos permanentes, pequenas obras de arte, que não desgastam, não deixam de servir, não saem de moda e só mudavam de donos por motivo de herança, presente ou necessidade de venda ou hipoteca (era, ou ainda é, o primeiro bem a ser lembrado).
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Joias são artigos de longa durabilidade – Foto: Reprodução Medalhão Persa/NDConforme a GlobalData, empresa de análise de varejo, estima-se que o valor movimentado pelo segmento de joias usadas deve saltar de US$ 24 bilhões em 2019 para US$ 51 bilhões em 2025, no mundo todo.
As lojas especializada se proliferam, inclusive no Brasil, onde a abertura aumentou 48,58% nos primeiros semestres de 2020 e 2021, o maior número em seis anos, segundo o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas).