Polônia vence o Miss Mundo e Filipinas ganha o Miss Eco Internacional

Concursos ocorreram com menos de 24 horas de intervalo. Saiba como foi o desempenho das representantes brasileiras

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Assim como tudo no planeta, as agendas do mundo miss também foram bagunçadas pela pandemia.

A reorganização dos concursos de beleza originou situações inusitadas, como coroações sem disputa, duas eleições no mesmo ano, reinados com apenas alguns meses de duração e outros com mais de dois anos.

Nesta semana, houve outra circunstância curiosa: o Miss Mundo 2021 e o Miss Eco Internacional 2022 foram realizados com menos de 24 horas de intervalo.

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Karolina Bielawska, da Polônia, recebe a coroa de miss Mundo 2021 de Toni-Ann Singh, da Jamaica, miss Mundo 2019 – Foto: Reprodução internet/NDKarolina Bielawska, da Polônia, recebe a coroa de miss Mundo 2021 de Toni-Ann Singh, da Jamaica, miss Mundo 2019 – Foto: Reprodução internet/ND

Criado no Reino Unido, em 1951, portanto o mais antigo de todos do gênero, o Miss Mundo promoveu a sua 70ª edição na noite de quarta-feira (16), no Coca-Cola Music Hall, em Porto Rico.

A vencedora foi a modelo polonesa Karolina Bielawska, 21 anos, que sucedeu a jamaicana Toni-Ann Singh, eleita em 2019. A única vitória da Polônia no concurso havia sido em 1989, com Aneta Beata Kreglicka.

Shree Saini, dos Estados Unidos, e Olivia Yacé, da Costa do Marfim, obtiveram, respectivamente, a segunda e a terceira colocações.

Da esq. para dir.: Shree Saini, dos Estados Unidos (2° lugar), Karolina Bielawska, da Polônia (miss Mundo 2021), e Olivia Yacé, da Costa do Marfim (3° lugar) – Foto: AFP/Getty Images/Divulgação/NDDa esq. para dir.: Shree Saini, dos Estados Unidos (2° lugar), Karolina Bielawska, da Polônia (miss Mundo 2021), e Olivia Yacé, da Costa do Marfim (3° lugar) – Foto: AFP/Getty Images/Divulgação/ND

A brasiliense Caroline Teixeira, que participou de uma ação social no Beiramar Shopping, em Florianópolis, em outubro de 2021, não passou da primeira peneira, sendo selecionadas apenas 13 candidatas.

Ela foi uma das 40 finalistas que retornaram à capital porto-riquenha, San Juan, depois do adiamento da grande final, pouca horas antes do evento, em dezembro do ano passado, por causa de um novo surto de Covid-19.

As delegações das 97 candidatas, confinadas havia quase um mês, precisaram voltar aos seus locais de origem.

Caroline Teixeira com traje típico – Foto: RR Photos/Divulgação/NDCaroline Teixeira com traje típico – Foto: RR Photos/Divulgação/ND

A morena de 24 anos desfilou com traje típico do estilista paraense Karlos Amilcar, referenciando a dança do carimbó, e vestido de gala do mineiro Hélcio Junior, inspirado na coroa da miss Mundo, item que tem uma peculiaridade: desde o início do concurso, a joia mudou algumas vezes e foi repetida em várias outras.

O atual modelo surgiu em 1972, há 50 anos, sobre a cabeça da australiana Belinda Green, reaparecendo na edição de 1979, quando foi eleita Gina Swainson, representante das Bermudas.

Desde então, a mesma coroa é repassada de vencedora a vencedora, que não ficam com a original, mas recebem réplicas.

A miss Mundo Brasil 2021, em traje de gala – Foto: RR Photos/Divulgação/NDA miss Mundo Brasil 2021, em traje de gala – Foto: RR Photos/Divulgação/ND

Já na quinta-feira (17), quando ainda era de tarde no Brasil, o Miss Eco Internacional ocupava o Triumph Luxury Hotel, no Cairo, Egito. O concurso realizado pela egípcia Amaal Rezk, desde 2015, foi disputado por 40 candidatas.

O Brasil foi representado pela modelo Anna Moura, 25 anos, catarinense de Joinville, que chegou ao top 21, a primeira eliminação, mas não conseguiu entrar no grupo das top 10.

Anna Moura no desfile com vestido de noite – Foto: Reprodução internet/NDAnna Moura no desfile com vestido de noite – Foto: Reprodução internet/ND

Ela se apresentou com o traje típico “Arara Vermelha”, de Asas Macalossi, e traje de noite de Miss D, ambas empresas de Joinville. O Eco Dress, que é um diferencial no evento, também criado por Asas Macalossi, foi danificado na viagem, mas Anna o reconstruiu com o que tinha e se manteve no desfile.

Miss Eco Brasil apresenta a “Arara Vermelha” – Foto: Reprodução internet/NDMiss Eco Brasil apresenta a “Arara Vermelha” – Foto: Reprodução internet/ND

Após mais de quatro horas de evento, às 19h30 (horário de Brasília), foi anunciado o resultado: Kathleen Paton, das Filipinas, foi escolhida miss Eco Internacional 2022, levando o título novamente para o seu país, que venceu em 2018, com Cynthia Thomalla. Ela recebeu a coroa da antecessora, Gizzelle Mandy Uys, da África do Sul, eleita em 2020.

Chloë Reweghs, da Bélgica, e Jessy Peralta, dos Estados Unidos, ficaram em segundo e terceiro lugares.

Da esq. para dir.: Amaal Rezk, diretora do concurso; Kathleen Paton, das Filipinas, miss Eco Internacional 2022, e Gizzelle Mandy Uys, da África do Sul, miss Eco Internacional 2020 – Foto: Reprodução internet/NDDa esq. para dir.: Amaal Rezk, diretora do concurso; Kathleen Paton, das Filipinas, miss Eco Internacional 2022, e Gizzelle Mandy Uys, da África do Sul, miss Eco Internacional 2020 – Foto: Reprodução internet/ND

Também foram premiadas misses Eco por regiões: Ascah Achieng, do Quênia (África); Nara Bardales, do Paraguai (América Latina); Farrah McGraw, do Canadá (América do Norte); Cristina Carvalho, de Portugal (Europa); e Tran Phuong, do Vietnã (Ásia).

Da esq. para dir.: Jessy Peralta, dos Estados Unidos (3° lugar), Kathleen Paton, das Filipinas (miss Eco Internacional 2022) e Chloë Reweghs, da Bélgica (2° lugar) – Foto: Reprodução internet/NDDa esq. para dir.: Jessy Peralta, dos Estados Unidos (3° lugar), Kathleen Paton, das Filipinas (miss Eco Internacional 2022) e Chloë Reweghs, da Bélgica (2° lugar) – Foto: Reprodução internet/ND