“Quando me ligaram para avisar, eu tomei um susto, um susto bom já que isso não acontece todo dia”. O relato é de Bryan Behr, cantor natural de Brusque, no Vale do Itajaí, indicado ao Grammy Latino 2023.
O brusquense é autor de um dos cinco discos indicados na categoria de melhor pop contemporâneo em língua portuguesa do Grammy Latino, premiação internacional organizada pela Academia Latina da Gravação que celebra a excelência na música latina.
Jovem cantor concorre entre os cinco melhores discos indicados na categoria pop contemporâneo em língua portuguesa – Foto: Bryan Behr/Divulgação/ND‘Acho que daqui a pouco a ficha cai’
Ao ND+, Bryan contou que continua “um pouco atônito”, processando tudo o que aconteceu. Ele já soma cerca de 800 mil ouvintes mensais no Spotify mais de 126 mil seguidores nas redes sociais.
Seguir“Esse disco é muito especial, ele foi gravado todo ao vivo depois de três anos sem eu subir no palco, o que foi muito louco”, contou o cantor. Ele revelou também que indicações como essa são o sonho de todos que trabalham com música.
O brusquense lembrou ainda das vezes que virou madrugadas escrevendo, às vezes sozinho, às vezes com amigos. “Para mim é uma honra poder concorrer a uma premiação desse nível”, acrescentou.
Bryan concorre na categoria de melhor pop contemporâneo em língua portuguesa com nomes como Xênia França, Hodari, Melim e Rubel. O disco do autor é intitulado “Bryan Behr Ao Vivo Em São Paulo“.
Indicado ao Grammy Latino 2023, Bryan é natural de Brusque – Vídeo: Bryan Behr/Divulgação/ND
Bryan Behr: o brusquense que chegou ao Grammy Latino
O jovem artista ficou conhecido há quatro anos através do seu primeiro álbum: “Da cor do girassol”. A partir daí, Bryan participou de alguns programas em rede nacional e estava cumprindo agenda de shows antes da pandemia.
Recentemente, o clipe “Minha saudade tem um nome” bateu a marca de 2,1 milhões de visualizações no Youtube, enquanto outras canções de Bryan têm pouco mais de 1 milhão de acessos.
Quase sempre, as músicas do brusquense falam de amores, saudades e relações que ele viveu. “Gosto de dizer que tiro música de lugares e de pessoas, às vezes de uma nuvem ou de algo especial que vivi com alguém”, contou.
Ele afirmou ainda que as músicas são uma forma de tentar eternizar os momentos que passa com as pessoas que ama. “E eu amo muitas pessoas”, reforça.