Um prédio que deveria ser ocupado pelo IGP (Instituto Geral de Perícias) há dois anos atrás está abandonado, mas o aluguel de R$ 20 mil por mês, continua sendo pago.
Além do aluguel, os prédios abandonados ainda tem custos com contas de água, luz e segurança, um valor que sai dos cofres públicos.
Em nota, o IGP informou que ainda não ocupou o prédio porque o projeto original da construção não contempla a urbanização do terreno, o Instituto afirmou que o processo para dar início à obra ainda está em análise na Secretaria de Infraestrutura e Mobilidade. À partir do próximo mês, o órgão terá que dar satisfações ao Ministério Público.
Mas este não é o único prédio abandonado na cidade, outras estruturas públicas e privadas estão esquecidas, a deterioração dos locais por conta do abandono, é evidente. O poder público pode ser responsabizado se comprovado que houve abandono dos imóveis.
Uma força tarefa mapeou imóveis públicos e privados em situação de abandono em Florianópolis. O promotor do MPSC (Ministério Público de Santa Catarina) Daniel Paladino esteve a frente da operação, e explica que 33 imóveis em situação de abandono foram identificados, e 32 deles tiveram a situação resolvida.