Necessidade de uma reflexão sobre as práticas atuais

O momento geopolítico no mundo é de guerras, genocídios, disputas territoriais, dissidências, retóricas, ódios… em contraponto, há “prévoyance” (previsão ou prevenção) com grita por um mundo limpo. Então, para criar esse ambiente, há necessidade de uma reflexão sobre as práticas atuais: política e cristã, uma vez que estão interligadas (pensamento sistêmico).

Vejam! A prática política é uma das formas para realizar o bem, já a prática cristã é a mais humana das formas de ser fazer o bem (somos todos irmãos). Assim, vislumbra-se uma aliança entre elas para sacudir o mundo, por que não?

Neste instante e para tanto, recorre-se às quatro virtudes atemporais apontadas por Aristóteles e que Tom Morris resgata no livro “A Nova Alma do Negócio” para alcançar agora a satisfação pessoal e a excelência (organizacional): verdade (verificar em que nível se trabalha, pois, as pessoas mentem); beleza (verificar a satisfação e felicidade no local de trabalho – se propício, as pessoas dão o melhor e aceitam desafios); bondade (verificar a garantia de ser bom para poder dar conselhos – tratar o outro da forma justa e perfeita); e unidade (verificar o senso de união do trabalhador – entendimento entre os diferentes, desiguais e o contraditório, para juntos fazerem a diferença).

Considerando que tais virtudes permeiam uma boa plataforma governamental (objetivos, metas e estratégias), a sacudida deve ser dada: gestão forte, luminosa, inclusiva e heterogenia para dar empoderamento, oportunidades e capacitação produtiva/educacional.

Particularizando, nisso Santa Catarina e Florianópolis podem ajudar, pois têm uma administração planejada, com requisitos para expansão econômica (recursos humanos/naturais/infraestruturais/capital em diferentes fontes de captação/espírito empresarial/instrumentos e incentivos legais…).

E o Brasil, pouco visível, precisa melhorar as ideias, razão pela qual se dirigem mensagens ao “Grande Oriente” para que as luzes desçam e/ou nos possam encorar (na subliminar), para fazer a transformação – interferir no modelo, afastando oportunistas.

Desde tenra idade aprendeu-se mais com os erros do que com a ciência – um elã a todos os pais pela correção, ao meu (Hélio Abreu) pela prática política e cristã apontada no livro “Um Homem de Muita Fé”, que meu sobrinho (Hélio Abreu Neto) acaba de escrever.