O artista brasileiro Paulo Ricardo Campos foi convidado para pintar ao vivo a Rainha Elizabeth II, em Londres, na Inglaterra, durante a premiação Top Of Mind Awards realizada no dia 8 de outubro, na qual foi eleito pela população local como Artista do Ano.
Artista brasileiro pinta Rainha Elizabeth durante premiação doTop of Mind Awards, em LondresNatural de Itumbiara, interior de Goiás, Paulo Ricardo escolheu Florianópolis para morar.
“Tenho muito orgulho de representar o Brasil em vários países do mundo, mas receber um prêmio na Inglaterra e ainda homenagear a Rainha, com certeza, foi um grande marco na minha carreira”, afirma o jovem.
SeguirO prêmio, que é o maior da Europa, está há quase uma década no mercado. Paulo, que é conhecido por pintar suas obras na presença do público, finalizou a arte ao vivo em um teatro da capital inglesa.
O público presenciou o momento em que a arte ganha vida com o brilho no olhar que o artista chama de “pincelada da alma”.
Comendador da ONU (Organização das Nações Unidas), o artista tem uma produção artística singularmente consistente e prodigiosa, destaque como Membro do Circuito Internacional de Arte Brasileira, da Confraria Brasileira de Cultura, Acadêmico Imortal da Academia Nacional de Ciências, Letras e Artes, entre outros títulos.
Em um formato histórico, a obra em memória à monarca não foi eternizada apenas fisicamente, mas também em formato digital por meio de uma série de NFT’s, da empresa Ruach, sediada em Londres, especializada em criptoarte e metaverso.
NFTs são colecionáveis digitais garantidos por uma blockchain, tecnologia que possui certificado de autenticidade e representação digital de objetos físicos ou arquivos.
A obra-prima e física está aberta a leilão, com duração de 60 dias, e a renda será revertida para Fraternidade Sem Fronteiras e Fraternity Without Borders UK, uma organização humanitária que ajuda mais de 14 mil crianças e adultos em Moçambique, na África.
“É uma imensa alegria usar minha arte como instrumento para ajudar pessoas em vulnerabilidade social. Quero fazer do meu trabalho uma rede de afeto”, diz.