A reforma da previdência e as medidas compensatórias do governo

Secretário Eron Giodarni anuncia quais os estudos prioritários para proteger os baixos salários

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As regras de aposentadoria dos servidores públicos entrarão em vigor a partir de 1º de janeiro de 2022. A emenda constitucional será promulgada pela Mesa da Assembleia Legislativa na segunda-feira (9). Já os autógrafos do projeto de lei complementar será enviado ao governador Carlos Moisés até terça-feira (10) para ser sancionado.

Giordani aborda os estudos prioritários – Foto: Alesc/NDGiordani aborda os estudos prioritários – Foto: Alesc/ND

Os descontos de 14% sobre os proventos dos inativos, contudo, deverão ocorrer já em novembro, transcorrida a noventena legal.

O governador Carlos Moisés determinou estudos para viabilizar a irredutibilidade de vencimentos a todos os servidores, medida destinada a proteger os de salários mais baixos. Avaliações são feitas sobre os aspectos legais, técnicos e financeiros.

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Para o secretário da Casa Civil, Eron Giordani, que comandou todo o projeto da reforma previdenciária, o governo dará prioridade também ao projeto da previdência complementar, através do SC-Prev, criado em 2016 e que conta hoje com apenas 954 servidores.

O governo vai oferecer uma alternativa de integralidade e paridade aos servidores da Policia Civil: migração para a previdência complementar. Oferecerá uma contrapartida estimulante. Para cada R$ 1,00 pago à previdência pelo servidor, o governo entraria com R$ 20,00. E esta poupança previdenciária não será destinada a um fundo comum, mas à conta individual do funcionário público.

O secretário Giordani confirmou, ainda, agilidade nos estudos sobre o novo plano de carreira do magistério, a reposição dos servidores da saúde e de outros órgãos com salários defasados no governo.