A Rússia e a brutalidade das ditaduras

Sem motivo ou justificativa, Putin, o ditador russo, invade uma nação independente

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A invasão da Ucrânia pelas tropas da Rússia revelaram, com incontestável realismo, a selvageria das guerras.  Guerra é ação nefasta que contraria a natureza humana e as relações entre os povos.

O cerco russo da brutalidade e da selvageria – Foto: ArquivoO cerco russo da brutalidade e da selvageria – Foto: Arquivo

O episódio sangrento mostrou ao mundo que o ditador russo Vladimir Putin não tem limites para projetos expansionistas.  Lamentável é que tenha encontrado um ocidente sem liderança, sem autoridade e sem poder para manter o equilíbrio internacional.

As cenas registradas na TV e na internet falam por si. Corpos de soldados dilacerados no meio da rua, apartamentos destruídos, centenas de vítimas, pânico na população e cenas desesperadas de famílias inteiras de  ucranianos em busca de paz, rumando a pé com malas para outros países.

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Video emblemático mostrou um tanque russo passando sobre um veículo civil no distrito da capital.  Revoltante!

Adolescentes, crianças, idosos e até recém nascidos conduzidos por mães jovens, todos expulsos de seu pais por conta de um criminoso de guerra.  Sim, Putin é o responsável.

Há fatos graves no mundo e também aqui no Brasil. No plano interno, a desastrosa nota da bancada do PT no Senado, elogiando a Rússia pela bestial invasão e culpando os Estados Unidos. A péssima repercussão provocou a repetição de uma ação política que se torna comum: a imediata retirada da nota das redes sociais.

A reação internacional é outra tristeza.  Se Putin tiver sucesso nesta descabida intervenção militar em outra nação, quebrando o princípio da soberania, amanhã vai avançar sobre outras nações do leste europeu, sobretudo, aqueles que integravam a antiga União Soviética.

E anotem: a China, nova aliança da Rússia,  deve estar de olho na invasão de Taiwan, a ilha da prosperidade que rejeitou o comunismo.

Fato lamentável: o ocidente está na orfandade política.