Paulo Alceu: “ocorrendo aborto na vigésima segunda semana, a punição será superior a do estuprador. Não ocorrendo, nasce um bebê de uma criança. E como fica esse bebê? Ele não é um monstro como lamentavelmente expressou o presidente da república, por ser consequência de uma agressão criminosa. O bebê é uma vítima. Mais uma vítima inocente, tanto quanto a pobre e vulnerável criança/mãe. Vítimas das falhas do estado, da incompetência de políticas públicas incapazes de conter esse cenário odioso”.