As ‘alfinetadas’ do governador na visita à Tubarão

Reação à cobrança sobre os repasses para obras em andamento e Universidade Gratuita tiveram respostas diretas do governador Jorginho Mello, que ainda fez crítica velada no caso da Operação Mensageiro

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Assim como nas agendas regionais anteriores em Chapecó, Xanxerê, Criciúma e Araranguá, o governador Jorginho Mello (PL) teve que responder praticamente as mesmas perguntas na sua visita à Tubarão nesta sexta-feira (26). A resposta direta às perguntas e pelo menos duas manifestações pontuais marcaram a entrevista coletiva.

Governador em Tubarão Governador Jorginho Mello cumpriu agenda em Tubarão nesta sexta-feira (26). Foto: Eduardo Valente/SECOM

Logo na sua chegada, a primeira manifestação local foi quando referiu-se, sem citar, à Operação Mensageiro. “Tubarão está precisando de carinho, foi atingida por um furacão político e precisa de carinho”, disse Jorginho. A interpretação ali foi de que a crítica dirigiu-se ao exagero jurídico que vem sendo questionado na cidade que tem prefeito e vice presos.

A outra manifestação forte ocorreu quando ele foi questionado sobre o projeto Universidade Gratuita. Disse: “infelizmente a Unisul foi privatizada. Foi vendida para uma empresa. Tiraram esta joia de Tubarão”. Lembrou ainda que estou na Unisul.

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Governador critica antecessor

O outro alvo de Jorginho Mello foi o ex-governador Carlos Moisés. Na primeira quando respondeu sobre as obras, disse que o seu antecessor “brincou de show do milhão”. Na outra foi em resposta à situação da saúde, quando também disse que o governo anterior nada fez nesta área. Citou que no Hospital Joana de Gusmão, em Florianópolis,  havia indigente morando no seu interior e que foram retirados do hospital pelo “cinco caminhões de lixo”.