Com o tom firme e contundente, como é a sua característica, o prefeito Jorge Koch (Orleans), atual presidente da Fecam (Federação de Consórcios Associações e Municípios de Santa Catarina), sentencia: “A candidatura do Antídio não tem aglutinado e não trás partido aliado. Se não tem sustentabilidade tem que fazer como o Dória fez, reconhecer e recuar“.
O prefeito de Orleans e presidente da Fecam, assumiu a condição de porta-voz dos prefeitos do MDB para defender aliança com Carlos Moisés. – Foto: DivulgaçãoOuça o que disse Jorge Koch:
A declaração do prefeito foi dada hoje pela manhã reafirmando posicionamento adotado por 82 dos 97 prefeitos que o partido tem no Estado, além da bancada de deputados estaduais e os ex-governadores Eduardo Moreira e Paulo Afonso Vieira.
SeguirTodos estiveram na noite desta terça-feira (24) na Casa da Agronômica em jantar com o governador pré-candidato á reeleição. Koch informou que Carlos Moisés disse reiteradas vezes que vários partidos ofereceram aliança, mas que a sua preferência é o MDB.
O principal argumento do porta-voz do grupo presente na Agronômica é de que a candidatura emedebista liderada por Antídio Lunelli e defendida pelo presidente estadual da sigla, deputado federal Celso Maldaner, “não engaja”.
Os 82 prefeitos e 28 vice-prefeitos presentes ao encontro subscreveram um documento que será entregue ao presidente estadual da sigla. Nele pedem a reversão do plano de candidatura própria e sugerem a escolha do vice de Moisés.