ÁUDIO: Moacir Pereira comenta encontro entre Alckmin e Dário Berger em SP

Jornalista destaca a violenta e inaceitável invasão da Ucrânia por tropas russas e ações humanitárias a favor dos ucranianos

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O jornalista Moacir Pereira comenta nesta segunda-feira (28) dois temas em Santa Catarina e no Brasil neste feriadão de Carnaval. A invasão da Ucrânia pelas tropas russas, ordenadas por Vladimir Putin e no âmbito estadual, o encontro entre o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin e o senador Dário Berger.

O senador catarinense continua mantendo conversações com algumas lideranças do MDB (Movimento Democrático Brasileiro), mas está articulando alternativas para a disputa do governo de Santa Catarina. Ele foi visto com Alckmin, tradicional filiado ao PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira) e que cancelou a inscrição no partido para ser vice-presidente na chapa de Lula.

O encontro teve dois momentos diferentes. No primeiro, a participação dos ex-deputados federais Djalma Berger e Mauro Mariani, candidato do MDB derrotado em 2018. Presentes ainda o vice-prefeito e São José, Michel Schlemper, ex-prefeito de Governador Celso Ramos, Juliano Campos, e Fernando Guimarães, assessor de Alckmin.

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No segundo momento, a conversa foi restrita apenas aos dois políticos. Eles avaliaram o cenário político nacional, próximas eleições e perspectivas em Santa Catarina. A tendência de Alckmin é se filiar ao PSB socialista e pode ser a tendência de Berger.

O jornalista destaca que a população catarinense acompanha perplexa, como todo o mundo, a violenta e inaceitável invasão da Ucrânia pelas tropas russas, de Vladimir Putin. Seguiram os disparos de mísseis contra edifícios residenciais matando inocentes ucranianos e atingindo creches e escolas.

Ele abordou ainda os gestos humanitários elogiáveis dos poloneses recebendo ucranianos, com atenção e carinho que desesperados fogem da selvageria russa, condenada por todos os homens de bem e que lamentavelmente ocorre no século 21. Vladimir Putin precisa ser contido pelo Ocidente, que está sem liderança forte para enfrentar o ditador russo.