O jornalista Moacir Pereira comenta nesta quinta-feira (27) a rejeição de Alexandre de Moraes, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), sobre requerimento de Jair Bolsonaro (PL) de investigação sobre a inserção de 154 mil inserções comerciais dele.
O ministro determinou envio do caso à PRE (Procuradoria Regional Eleitoral) para apuração de suposto tumulto no processo eleitoral e ação da Corregedoria Eleitoral sobre o caso contra quem fez o pedido.
A denúncia, formulada pelo ministro das Comunicações, Fábio Faria, compromete a imagem do TSE. O desequilíbrio entre os espaços comerciais dos dois candidatos à presidência levanta uma série de dúvidas e suspeitas de fraudes sem respostas convincentes.
SeguirMoacir Pereira destaca que o TSE demitiu Alexandre Machado, coordenador e funcionário concursado da Justiça Eleitoral por ele ter formalizado comunicação ao tribunal das irregularidades nas inserções praticadas há quatro anos.
Quem fiscaliza essas irregularidades no Brasil? Se o TSE nada tem a ver com as inserções como alegou em nota oficial, por que demitiu servidor responsável após denúncias formalizadas? E por que ele recorreu à Polícia Federal após a exoneração por formalizar um relato de abuso de poder?
O prejuízo político e eleitoral de Jair Bolsonaro (PL) é considerado irreparável sem tempo no calendário para o restabelecimento equilíbrio indispensável, imposto pela lei eleitoral.