Moacir Pereira comenta nesta quinta-feira (16) a repercussão do termo de cooperação assinado na noite desta quarta (15) em Brasília entre o governo catarinense e o Ministério da Infraestrutura para repasse R$ 465 milhões visando melhorias nas rodovias de Santa Catarina.
A maioria das lideranças políticas e empresariais elogiou o acordo e a decisão do governo catarinense. O governador do Estado, Carlos Moisés, enfatizou que o povo quer que as obras sejam concluídas independentemente se forem municipais, estaduais ou federais.
O eleitor catarinense deu ao presidente Jair Bolsonaro a segunda maior votação proporcional no Brasil em 2018 e elegeu de maneira majoritária o governador Carlos Moisés, do PSL, na expectativa que a dupla batalhasse por melhores recursos por obras e serviços para o Estado.
SeguirO distanciamento de Carlos Moisés do presidente Jair Bolsonaro acabou isolando Santa Catarina na esfera federal e trouxe graves prejuízos para todos. A expectativa era de que o governador pudesse abrir portas do governo federal e garantisse mais justiça para com o Estado.
Repercussão negativa
Os deputados criticaram na Alesc (Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina) as más condições das rodovias federais, o excesso de radares e falta de verbas federais para o Estado. Vários deputados do Oeste catarinense fizeram as mesmas críticas sobre buracos nas rodovias e também lombadas eletrônicas.
O jornalista destaca ainda que a indústria catarinense está em festa com os 60 anos de fundação da Weg, de Jaraguá do Sul. A empresa é uma das maiores fabricantes de motores elétricos do mundo. Tem fábricas em 12 países, filiais em 36, e presença nos cinco continentes.
A Weg prioriza a pesquisa, a inovação tecnológica e valoriza os colaboradores com forte vocação e presença na comunidade de Jaraguá do Sul.