A exemplo da representação da chapa 2, o prefeito de São João do Itaperiú, Clézio José Fortunato (MDB), da chapa 3, também recorreu à impugnação para concorrer à presidência da Fecam (Federação Catarinense dos Municípios).
Prefeito Clézio Fortunato, de São João do Itaperiú – Foto: Divulgação/NDO caso já foi levado ao MP-SC (Ministério Público) sob suspeita de “falsidade ideológica”, conforme. A eleição está marcada para segunda-feira (31), na Assembleia Legislativa.
Conforme o recurso, assinado pelo advogado Mauro Prezotto, foi solicitada a possibilidade de substituição ou complementação de candidatos na chapa 3.
SeguirA representação alega que houve “ofensa ao devido processo legal” por parte da Comissão Eleitoral, sem que tivesse sido “oportunizada à chapa 3 a apresentação de defesa quanto às eventuais deficiências no pedido de registro”.
“Não houve o devido cuidado por parte da ilustre Comissão Eleitoral, que deixou de comunicar a chapa 3 a data, hora, local e forma da realização da sessão de apreciação dos pedidos de registros, malferindo assim, um direito fundamental”, apresentou a defesa.
Também foi questionado que a chapa 1, do prefeito Jorge Kock (MDB), “não está completa”.
Caso o registro da chapa 1 seja indeferido e sejam mantidas exclusões das chapas 2 e 3, a defesa pede que seja reaberto o processo eleitoral para inscrição de novas chapas.