Candidato ao Senado, Roberto Salum defende o fim de “direitos de bandidos”

Em entrevista à Record News, o candidato do PMN falou sobre segurança pública, corrupção, direito de presidiários e separação do Sul do resto do país

Redação ND Florianópolis

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Prestes a completar 62 anos de idade, o técnico na área de segurança, Roberto Salum, é um dos candidatos do PMN (Partido da Mobilização Nacional) ao Senado, e foi entrevistado na tarde desta quinta-feira (13) na Record News. O candidato aponta como principal bandeira de sua candidatura, uma maior segurança pública no Estado e o combate à corrupção de “poderosos que não fizeram nada no poder”, como define.

Roberto Salum participou de entrevista na tarde desta quinta-feira (13) na Record News - Record News/Reprodução/ND
Roberto Salum participou de entrevista na tarde desta quinta-feira (13) na Record News – Record News/Reprodução/ND

Como um dos pontos principais da campanha, Salum defende que o dinheiro usado nas loterias federais em jogos de azar seja revertido para a saúde pública. “Os hospitais estão falídos, custa uma alma chegar e dizer: a loteria federal tem um bom dinheiro, vamos tirar dinheiro dali para socorrer os hospitais?”, indagou. Para os convênios de saúde, Salum defende a redução dos valores para pessoas mais velhas. “O cabelo branco, hoje, é um castigo, quanto mais cabelo branco mais caro é o plano de saúde, quero que isso seja justamente ao contrário”, afirmou.

Como um dos pontos principais da campanha, Salum defende que o dinheiro usado nas loterias federais em jogos de azar seja revertido para a saúde pública. “Os hospitais estão falidos, custa uma alma chegar e dizer: a loteria federal tem um bom dinheiro, vamos tirar dinheiro dali para socorrer os hospitais?”, indagou. Para os convênios de saúde, Salum defende a redução dos valores para pessoas mais velhas. “O cabelo branco, hoje, é um castigo, quanto mais cabelo branco, mais caro é o plano de saúde, quero que isso seja justamente ao contrário”, afirmou.

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Como propostas de campanha, o candidato destacou a inclusão do rodoanel na Via Expressa, a isenção de pedágios para motociclistas e a segurança em praças públicas. Outra bandeira levantada pelo candidato é o fim dos direitos aos presidiários. “O preso que for solteiro, todo o dinheiro de sua poupança deve ir para a família da vítima. O que tiver família, o valor se dividiria, metade para sua família e metade para a família da vítima”, afirmou.

O candidato ainda defendeu a redução do número de senadores, deputados e cargos comissionados e partiu contra a reeleição. Salum alega que deveriam existir apenas um senador e dois representantes por Estado.

Roberto Salum afirmou que pretende explanar um projeto para dividir o sul do resto do país. “O povo trabalha muito aqui e o dinheiro não retorna de Brasília. Aqui faturamos mais que o nordeste, e eles têm mais representatividade na Câmara Federal e no Senado, algo precisa ser feito”, pontuou.

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