Candidatos precisam ser interrompidos em debate ao falarem de prisão do prefeito de Criciúma

Os dois candidatos precisaram ser interrompidos porque fugiram do tema proposto - esporte -, ao falarem sobre a prisão de Clésio Salvaro nesta terça-feira (3)

Foto de Geórgia Gava

Geórgia Gava Criciúma

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Os dois candidatos a prefeito de Criciúma, Ricardo Guidi (PL) e Vagner Espíndola (PSD), no primeiro duelo do debate ND Mais, precisaram ser interrompidos por fugirem do tema sorteado – esporte -, ao falarem sobre a prisão do prefeito da cidade, Clésio Salvaro (PSD), nesta terça-feira (3).

Duelo de Ricardo Guidi e Vagner Espíndola no debate do ND MaisRicardo Guidi e Vagner Espíndola foram interrompidos durante o debate do ND Mais nesta terça-feira (3) – Foto: Pedro de Jesus/NDTV Criciúma

Candidatos fugiram do tema no debate do ND Mais

“Eu não posso chegar aqui e ser omisso. Hoje, na cidade de Criciúma, fizeram com que o Salvaro se tornasse o primeiro prefeito da nossa cidade preso”, afirmou Vagner Espíndola. “É lamentável, pela primeira vez na história da nossa cidade, um prefeito preso. É bom garantir que ninguém está acima da Justiça”, rebateu Ricardo Guidi.

Diante da fuga do tema, o mediador do debate ND Mais, João Paulo Messer, precisou interromper os dois candidatos para que seguissem o assunto proposto.

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Os postulantes ao cargo tiveram seis minutos, por duelo, para debaterem a pauta, o que representa três minutos para cada no total.

Candidatos também divergiram sobre a isenção do IPTU ao Criciúma E.C.

Os dois candidatos a prefeito de Criciúma, durante o debate do ND Mais, também divergiram sobre a proposta de isenção do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) para o Criciúma Esporte Clube.

“Além de movimentar muito a economia da cidade, o Criciúma também é a alegria do povo Sul catarinense. E, mais do que isso, ele acaba vendendo a nossa cidade para todo Brasil”, disse Ricardo Guidi.

“Sobre a isenção do IPTU, pregaram uma mentira à sociedade e à diretoria do Criciúma Esporte Clube, com uma narrativa política de que isso era possível”, rebateu Vagner Espíndola.

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