Combate à corrupção: O que dizem os candidatos ao governo de SC

Postulantes ao cargo de governador do Estado falaram sobre os principais temas em debate durante a campanha eleitoral

Daniel Hugen Florianópolis

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Dez candidatos concorrem a vaga ao governo de Santa Catarina nas Eleições 2022.  A lista está disponível no site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Veja abaixo, por ordem alfabética, o que os postulantes a governador de SC falaram ao portal Voto+ sobre o combate à corrupção.

Dez candidatos disputam o cargo de governador de SC – Foto: James Tavares/Secom/NDDez candidatos disputam o cargo de governador de SC – Foto: James Tavares/Secom/ND

Décio Lima (PT):

A corrupção é, infelizmente, endêmica e precisa ser combatida. Farei com que este combate seja permanente e rigoroso durante meu governo, sem tolerância a eventuais desvios de recursos destinados ao povo de Santa Catarina. Criaremos instrumentos que vão garantir transparência à população.

Esperidião Amin (PP)

Com os insucessos da Lava Jato, temos que recomeçar. E perseverar!

Gean Loureiro (União Brasil)

Ser um aliado no combate à corrupção é obrigação de qualquer cidadão. O agente público deve primar sempre pela transparência e auxiliar os órgãos de controle. Foi assim que sempre agi e será assim onde eu estiver.

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Jorge Boeira (PDT)

Deve ser a prioridade de todos que ocupam cargo público. Não admito que os recursos tão duramente produzidos pela sociedade e postos à disposição das politicas públicas possam ser desviados. O combate à corrupção tem de implacável, como implacável tem de ser o julgamento de quem a comete.

Jorginho Mello (PL)

O combate à corrupção será inegociável no meu governo. Fazer gestão pública é saber lidar com dinheiro público com responsabilidade, seriedade e correção. Se amargamos um apagão na saúde no Estado um dos motivos é o desvio de R$ 33 milhões na compra dos respiradores.

Leandro Borges (PCO)

PCO manifesta em sua proposta de governo os objetivos de reformas diversas que impactariam, indiretamente neste quesito.

Moisés (Republicanos)

Deve ser prioridade da gestão. Não apenas combater, mas também prevenir. Com a criação da Controladoria-Geral do Estado, em 2019, já recuperamos R$ 55 milhões perdidos em contratos fraudulentos do passado. Este trabalho vai continuar e se fortalecer, porque agora é política de Estado.

Odair Tramontin (Novo)

Prioridade absoluta. Sou Promotor de Justiça há quase 34 anos e o combate à corrupção foi prioridade na minha atuação. Mas além disso, quero combater a burocracia inútil que é a principal causa da corrupção, na medida em que se cria dificuldades e isso estimula a venda de facilidades.

Professor Alex Alano (PSTU)

A corrupção está presente em todas as instituições. Isso porque ela tem origem no próprio sistema em que vivemos. As grandes empresas compram e corrompem parlamentares, juízes, governos. Combater a corrupção é combater esse modelo de sociedade em que o lucro e a ganância valem mais do que a vida.

Ralf Zimmer (Pros)

O combate à corrupção é a nossa primeira prioridade. Isso porque, além de um dever moral e de necessidade de proteger o fruto de nosso trabalho, influencia diretamente na captação de investimentos para o Estado. Tenho histórico nesse combate (sou autor do 1º impeachment contra Moisés).

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