Comcap e servidores da Capital: greves irresponsáveis e suicidas

Absurdas decisões causam revolta na população de Florianópolis

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Grevistas querem fechar unidades de saúde mas promovem aglomerações – Foto: NDMaisGrevistas querem fechar unidades de saúde mas promovem aglomerações – Foto: NDMais

Florianópolis possui uma rede escolar municipal considerada modelo em Santa Catarina e no Brasil.  As creches e as escolas municipais estão um brinco.   Bem estruturadas, confortáveis, a maioria com ar condicionado, ajardinadas e muito bem aparelhadas.

Nos últimos meses estas maravilhosas unidades de ensino básico foram enriquecidas com pinturas nos muros, valorizando a arte e a cultura locais e transformando os painéis em ferramenta didática, motivadora das atividades em sala de aula.

Milhares de crianças da rede municipal estão pagando um alto preço, com prejuízos irrecuperáveis, pela radicalização de professores que se negaram às aulas presenciais durante a pandemia.  Todo mundo trabalhou: comerciários, agricultores, operários nas indústrias, etc. Menos os professores. Há dois anos, este batalhão de crianças e adolescente não tem atividades nas escolas.

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E, agora, na primeira semana de aulas, momento sublime para os alunos se reencontrarem com amigos e professores, o Sintrasem mostra sua face ideológica esquerdista, radical e eleitoreira, deflagrando greve geral.

Greve oportunista, irresponsável e até criminosa, pois inclui também a Comcap, irritando ainda mais a população, que há muito clama por sua privatização.

O prefeito Gean Loureiro respondeu com toda indignação a este despropósito político.  E, pior para os grevistas, garantiu o pagamento aos professores do novo piso salarial, que passará de R$ 2.800,00 para R$ 3.800,00, de acordo com o secretário da Educação, Mauricio Pereira.

A população precisa reagir diante de tamanha insensatez. A capital catarinense não pode continuar refém desta minoria improdutiva, negacionista e retrógrada.

O município que acione a Justiça.  E que esta funcione com agilidade para coibir esta sucessão de greves abusivas, irresponsáveis e suicidas.

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