O processo de impeachment foi aberto nesta quinta (17) por 32 votos no Parlamento catarinense, mirando o governador Moisés (PSL), a sua vice, Daniela Reinehr (sem partido) durante processo de impeachment – Foto: Anderson Coelho/ND
Dos parlamentares Bruno Souza (Novo) e Jessé Lopes (PSL), o primeiro se manteve contrário, e o segundo votou pela abertura do processo de impeachment – Foto: Anderson Coelho/ND
Moisés não esteve na ocasião, tendo seu discurso lido pela deputada e líder do governo Paulinha (PDT). Na carta, o Governador faz uma autocrítica afirmando que “nem tudo andou” e o executivo não teve bom diálogo com o parlamento – Foto: Anderson Coelho/ND
No começo da sessão, plenário tinha menos da metade da capacidade – Foto: Anderson Coelho/ND
Isolada, Daniela foi à votação, se manifestando “em busca da justiça” após a abertura do impeachment. “Ficou muito claro pela fala de alguns deputados um grande ressentimento do parlamento com o governo”, afirmou a advogada de defesa da vice-governadora de Santa Catarina – Foto: Anderson Coelho/ND
Da ala bolsonarista, a deputada Ana Campagnolo (PSL) votou sim para o afastamento dos dois membros do executivo – Foto: Anderson Coelho/ND
O presidente da casa, o deputado Júlio Garcia (PSD) se absteve de votar nos dois turnos – Foto: Anderson Coelho/ND
O processo mira, além do governador e sua vice, o Secretário da Administração, Jorge Eduardo Tasca – Foto: Anderson Coelho/ND
Daniela Reinehr está inclusa no processo pois assumiu em janeiro de 2020 sem suspender o aumento aos procuradores de Santa Catarina, de R$ 30 mil para R$ 35 mil, motivo pelo qual Moisés é alvejado- Foto: Anderson Coelho/ND
Após o discurso cordial lido por Paulinha, Moisés adotou tom belicoso, lamentando a abertura do processo, o qual o governador classifica como algo “baseado em argumentos frágeis” e fruto de “interesses políticos” – Foto: Anderson Coelho/ND