O presidente Jair Bolsonaro visitou o município de Juiz de Fora, na Zona da Mata de Minas Gerais, na sexta-feira (15). Bolsonaro retornou para a cidade, após quatro anos da facada, em 6 de setembro de 2018, durante a campanha presidencial.
Presidente Jair Bolsonaro foi atingido por uma facada em 2018 durante a campanha eleitoral. – Foto: Bruno Golembiewski/NDNo discurso em Juiz de Fora, Bolsonaro disse que “continua arriscando a vida” no “meio do povo”. Durante a passagem pela Santa Casa, onde foi atendido após do ataque, Bolsonaro se encontrou com os médicos que fizeram o atendimento.
Na época o golpe de faca perfurou o intestino grosso e o intestino delgado de Bolsonaro, bem como a artéria mesentérica, responsável por levar sangue ao intestino. Adélio Bispo está preso em penitenciária de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.
SeguirBolsonaro disse que “a mão de Deus” o fez sobreviver ao golpe. “Pelo que sei, minha memória não traz recordações aqui dentro (do hospital). Cheguei praticamente desfalecido. Acordei em um avião UTI, no aeroporto”, afirmou ao recordar do momento da transferência para São Paulo onde ficou no Hospital Albert Einstein.
“Continuo arriscando minha vida por aí, no meio do povo. Muitos falam ‘tome cuidado’, mas não sou presidente de forma voluntária. Tenho de estar no meio do povo — e estive no meio do povo mesmo durante a pandemia. Não deixei de estar no meio do povo”, disse o presidente.
“Muitos me perguntam ‘quem foi o responsável?’, bem… temos o assassino, com três advogados, com condições, temos palavras de alguns, temos pessoas que usam o nome do Adélio e tantas e tantas evidências”, falou o presidente.
Bolsonaro foi acompanhado em sua visita na cidade por uma comitiva que incluía o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga; o senador Carlos Viana, pré-candidato do PL ao governo de Minas Gerais; o deputado federal Marcelo Álvaro Antônio, pré-candidato liberal ao Senado; o vereador de Belo Horizonte Nikolas Ferreira e o deputado estadual Bruno Engler, ambos do PL.