O então deputado estadual Jailson Lima (PT) foi o responsável pela instalação da chamada CPI da Casa Rosa, que investigou a compra do terreno e a construção da atual sede do Ministério Público de Santa Catarina, em Florianópolis.
Jailson Lima, que é médico, participando de reunião da Comissão de Saúde da Assembleia enquanto consultor técnico da Fecam, em 2021 – Foto: Solon Soares/Divulgação/NDAlém da ação sobre funcionários fantasmas e “rachadinhas”, arquivada após quase 10 anos por falta de provas, o petista também responde a outros processos movidos na Justiça pelo MP-SC.
Médico por formação, Jailson perdeu a reeleição de 2014 e hoje é consultor técnico na área de Saúde da Fecam (Federação dos Municípios).
SeguirAs investigações sobre supostas irregularidades, sempre rebatidas pelo MP-SC, também foram arquivadas no CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público).
Ao longo de uma década, o Ministério Público de Santa Catarina não conseguiu sustentar as acusações contra um deputado estadual catarinense e decidiu arquivar o inquérito civil público instaurado em 2012.
Contra Jailson Lima, hoje ex-deputado, pesavam as suspeitas de empregar funcionários fantasmas, cobrar “rachadinha” sobre o salário dos assessores, além de irregularidades na concessão de diárias e passagens com dinheiro público da Assembleia Legislativa.
Colaborou Lucio Lambranho