CPMI: o que temem os catarinenses?

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Dos 19 parlamentares de Santa Catarina – 3 senadores e 16 deputados federais, apenas quatro até agora não subscreveram a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito sobre os atos de vandalismo de 8 de janeiro de 2023.

Atos em Brasília – Foto: Senado FederalAtos em Brasília – Foto: Senado Federal

O governo do presidente Lula decretou, inexplicavelmente, o sigilo das imagens e dos documentos anteriores e posteriores as invasões dos três poderes em Brasília.

Inexplicável, não! A rigor, esclarecido. São cada vez mais contundentes nas redes sociais as provas de ações de infiltrados, de esquerdistas e até de petistas radicais entre os que provocaram as depredações. Assim, o sigilo tem objetivo claro de proteger os correligionários e aliados.

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Assim, é explicável a decisão dos deputados Ana Paula Lima e Pedro Uczai, do PT, que seguem a orientação palaciana, embora deixem dúvidas sobre as razões do sigilo e das misteriosas forças que executaram aquelas violentas manifestações no Congresso, STF e Palácio do Planalto.

A posições da senadora Ivete Silveira e dos deputados Carlos Chiodini e Valdir Cobalchini, todos do MDB, é que vem merecendo críticas e questionamentos até dos eleitores do partido. Afinal, o que temem os parlamentares emedebistas? Pior que são contra as investigações sobre o fato mais grava da República este ano?

Não estão interessados em esclarecer as origens e os responsáveis nas violências da Capital?

E o que dirão aos 800 cidadãos que continuam presos em Brasília em decisão atentatória ao Estado de Direito, eis que processos criminais serão sempre individualizados, jamais coletivos?