Definições e reações sobre reforma do Secretariado Estadual em SC

Governador dedica-se a definir as mudanças no colegiado

Receba as principais notícias no WhatsApp

Com o recesso de fim de ano na estrutura do Poder Executivo, o governador Jorginho Mello está dedicado a fazer contatos para definir a estratégia na reforma do secretariado estadual.

A partir de janeiro o colegiado vai mudar – Foto: ArquivoA partir de janeiro o colegiado vai mudar – Foto: Arquivo

Algumas posições já foram definidas. O deputado Estenner Soratto já limpou as gavetas e, na prática, transmitiu o cargo ao advogado Felipe Mello, filho do governador, o novo Secretário da Casa Civil.  O atual secretário da Administração, Moisés Diersmann, vai assumir a presidência da Ciasc-Companhia de Informática de Santa Catarina, com a missão de promover digilitalização e informatização total da máquina pública estadual.  O coronel Fabiano de Souza assumirá a Secretaria de Proteção e Defesa Civil, no lugar do ex-deputado Coronel Armando.  E o deputado estadual Sargento Lima(PL) será o novo secretário de Segurança Pública no lugar do Procurador de Justiça Paulo Cezar Ramos de Oliveira.

O futuro da Secretaria da Agricultura é uma incógnita. O atual titular, ex-deputado Valdir Colatto(PL), sente-se isolado no cargo. Mas conta com o respaldo das cooperativas e líderes rurais do Estado.  E vem recebendo manifestações de apoio.  Agora no Natal, a Federação da Agricultura transmitiu cumprimentos ao secretário Colatto por decretar a prorrogação, em caráter excepcional, do calendário de semeadura de soja em Santa Catarina.  Jorginho Mello examina cenários e encontra dificuldades em encontrar um sucessor.

Faça como milhões de leitores informados: siga o ND Mais no Google. Seguir

Reações surgiram, também, em relação à segurança pública. Oficiais da Policia Militar consideraram inoportuna e equivocada a escolha do deputado Lima, sargento da  Polícia Militar do Estado, arguindo a questão hierárquica.  Nada pessoal com o parlamentar liberal, mas apenas o receio de repercussão negativa na tropa.

A reforma do colegiado é o primeiro desafio político do governador no início do segundo ano de gestão.

*