Oito dos 40 deputados estaduais não votaram na polêmica proposta que manteve os vetos do Poder Executivo a projetos do Legislativo em relação a impostos para serviços de bares e restaurantes e indústrias do trigo e leite. Veja o placar.
Kennedy Nunes, deputado estadual – Foto: Rodolfo Espínola/Divulgação/NDDesde que a polêmica se arrasta, preços de itens como o leite estão em alta. A previsão é que, na terça-feira (26), seja votado um novo projeto do governo que reduz impostos para os setores.
Dos ausentes, o único que se manifestou sobre o assunto nas redes sociais foi o deputado Kennedy Nunes (PTB). O parlamentar criticou o governador Carlos Moisés (Rep). “Nunca tivemos um governador que aumentou tantos impostos. Aumenta imposto para dividir o que sobra com apadrinhados políticos”, disse.
SeguirSem ter ido votar, Kennedy também criticou os colegas deputados que votaram pela manutenção do veto.
Seguidores não pouparam o parlamentar. “Deveria ter se posicionado no voto”, disse um. Outro questionou o motivo de ter ficado “em cima do muro na votação”.
Kennedy afirma que estava em agenda externa e que a matéria não estava inicialmente prevista na pauta.
Como o blog mostrou, terça-feira (19) era o limite máximo para que a votação dos vetos fosse a plenário, por determinação regimental.
Veja a justificativa de quem não votou
- Altair Silva (PP) – Licença Médica
- Coronel Mocellin (Rep) – Atividade Parlamentar Externa
- Kennedy Nunes (PTB) – Atividade Parlamentar Externa
- Luiz Fernando Vampiro (MDB) – Atividade Parlamentar Externa
- Milton Hobus (PSD) – Não justificou ausência
- Moacir Sopelsa (MDB) – Presidiu a sessão e votaria em caso de empate
- Nilso Berlanda (PL) – Não justificou ausência
- Rodrigo Minotto – Presente mas não votou
Fonte: Portal da Transparência da Alesc