O líder do Partido Liberal na Assembleia Legislativa foi uma voz solitária no questionamento de projetos beneficiando servidores públicos, que impactarão já em 2022 as finanças públicas do Estado. Naatz critica a falta de planejamento e da definição de prioridades.
Naatz faz reparos aos reajustes e aumento das despesas com servidores – Foto: DivulgaçãoQuais as razões de suas críticas ao pacotaço do governador Moisés?O “pacote de bondades “ do governador tem deixado transparecer forte apelo de estratégia eleitoral pelo caráter de imediatismo em seus principais pontos e deixando de lado o planejamento para o futuro. Tanto os projetos municipalistas quanto o de gastos com o funcionalismo terão seu maior
Seguirimpacto nos cofres públicos a partir do próximo governo que ainda é expectativa. É preciso ter responsabilidade fiscal. Quais as propostas de maior impacto nas finanças do Estado?Os projetos de reajuste salarial para os servidores tem impacto financeiro previsto de R$ 1,3 bilhão já em 2022. Já nos anos de 2023 e 2024 esse valor vai aumentar para R$ 1,5 bi, conforme cálculos do próprio governo. Já no “Plano 1000” para municípios, são mais R$ 7, 3 bi. Não se critica aqui a necessidade, mas a prioridade para as camadas mais humildes e não às elites do funcionalismo, por exemplo.
A Assembleia Legislativa não avaliou a repercussão financeira?- Há , na verdade, muita acomodação e pouca crítica em função do acórdão político, aliada a velha prática governamental de encaminhar pacotes de projetos na correria de fim de ano. Vale dizer que sobra dinheiro nos cofres do atual governo, pela falta de investimentos em obras e ações necessárias como recuperação de rodovias, reformas em mais de uma centena de escolas e falta de agilização de mais de 103 mil cirurgias eletivas, na área da Saúde.
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