Projeções e especulações sobre a crise no MDB e o futuro do governador Carlos Moisés ganharam destaque nos bastidores políticos do Estado nesta terça-feira (8), na Alesc (Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina).
Secretário Eron Giordani também esteve na reunião do MDB – Foto: Douglas Fortes/Divulgação/NDA reunião tradicional da bancada teve a presença do novo presidente da Fecam, Jorge Koch, prefeito de Orleães, que é do MDB.
Um dos temas mais comentados: o encontro previsto para esta quarta (9) entre o presidente estadual, Celso Maldaner, o senador Dário Berger e o prefeito Antídio Lunelli, para busca de entendimento e superação da crise.
SeguirEntre parlamentares e líderes do MDB há neste momento consenso de que as prévias estão descartadas. Tema que será levado ao presidente Celso Maldaner.
Além da posição contrária da maioria da bancada, há toda a pressão pela filiação do governador Carlos Moisés no MDB.
Outra questão: não haveria tempo suficiente para habilitar os mais de 150 mil filiados num sistema de votação virtual. O partido correria o risco de repetir o vexame registrado no PSDB nas prévias que culminaram com a escolha do governador João Dória, que racharam o partido e tiveram até que ser transferidas por equívocos no sistema de informática.
Os deputados estaduais não acreditam mais nas prévias. A começar pelo veto oficial à Resolução do presidente Celso Maldaner, condicionando a inscrição dos candidatos a seis meses de filiação, o que exclui o governador do processo e da filiação partidária.