O dia 2 de outubro se aproxima e falta pouco para os moradores de Joinville irem às urnas para votar e contribuir para a escolha do novo governador de Santa Catarina. Mas quais as propostas de cada candidato para a cidade mais populosa do Estado?
Joinville é a cidade mais populosa de Santa Catarina – Foto: Carlos Jr/NDPara saber, o ND+ perguntou aos dez candidatos ao governo estadual quais as suas ideias para nove questões consideradas fundamentais para o município. Confira as respostas para cada tema abaixo:
O Hospital São José, em Joinville, atende pacientes de vários municípios da região Norte catarinense e sofre com a alta ocupação hospitalar, além dos custos para a cidade. O candidato tem planos para auxiliar o hospital municipal?
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Carlos Moisés (Republicanos) - Um dos maiores hospitais do estado, o Hospital Municipal São José é um dos principais beneficiados pela Política Hospitalar Catarinense (PHC), com possibilidade de receber até R$ 2 milhões por mês. Com a PHC, aumentamos em seis vezes o repasse para hospitais de todo o estado. Antes, o governo investia cerca de R$ 100 milhões em poucas unidades de saúde. Agora, com a nova política, a partir de critérios técnicos, investimos R$ 600 milhões em 173 unidades hospitalares por ano. No caso do Hospital São José, somando os investimentos em política hospitalar e outros recursos, já contribuímos com aproximadamente R$ 60 milhões. Por meio do Plano 1000, estamos colaborando com R$ 20 milhões para a construção do Complexo de Saúde de Araquari. Também estamos investindo R$ 40,6 milhões na construção da nova torre do Hospital São Vicente de Paula, em Mafra. Assim, com investimentos em todas as regiões por meio da política hospitalar e de convênios para obras, nós vamos ajudar a desafogar o Hospital São José, que tem características regionais. Outro importante reforço para a saúde de Joinville é a construção da Unidade Básica de Saúde da Família do Jardim Paraíso. Será uma grande obra na periferia de cidade, com 25 consultórios, para atender uma população de 35 mil pessoas. Com investimento de R$ 3,9 milhões, via Plano 1000, vai gerar uma economia de R$ 60 mil por mês em aluguel para a prefeitura. - Divulgação/ND - 2 de 6
Décio Lima (PT) - O Hospital Municipal São José de Joinville é responsável por oferecer serviços de alta complexidade em saúde e é referência estadual para tratamentos de alta complexidade, traumatologia, UTI, oncologia, neurologia e no tratamento de AVC. Ele é um hospital regional com gestão municipal, porque atende 26 municípios da Região do Planalto Norte-Nordeste, cobrindo com atendimento exclusivamente SUS aproximadamente 1,3 milhões de pessoas, o que equivale a aproximadamente 18% da população catarinense. Entendo e sei das dificuldades de financiamento em saúde, mas com certeza precisamos discutir uma maior participação do Estado na manutenção desse hospital. Sou defensor do SUS e digo que defender o SUS em Joinville hoje, é defender o Hospital São José e se para isso seja necessário estadualizar vamos fazer essa discussão. - Divulgação/ND - 3 de 6
Gean Loureiro (União Brasil) - Acredito que as duas perguntas sobre os hospitais São José e Hans Dieter Schmidt podem ser respondidas juntamente com nossas propostas. Temos o compromisso, com um termo assinado, da construção do Hospital da Zona Sul de Joinville, que servirá justamente como uma alternativa para atendimentos de baixa e média complexidade, para que os hospitais Regional Hans Dieter Schmidt e Municipal São José possam focar em atendimentos mais complexos e de referência para especialidades. Além disso, a Política Hospitalar Catarinense também terá melhorias com o intuito de ajudar mais as instituições de saúde que precisam de apoio para continuarem operando com qualidade. No caso do São José, por exemplo, temos o compromisso de auxiliar no custeio da folha de pagamento. Assim a Prefeitura pode realocar parte do seu orçamento para outras áreas, como infraestrutura. - Luana Gasperi/Divulgação - 4 de 6
Jorginho Mello (PL) - Sabemos que o Hospital São José atende toda a região e precisa de suporte do governo. Por isso já nos comprometemos com o prefeito Adriano de arcar com metade das despesas da prefeitura com o hospital. Afinal, a saúde não pode esperar. - Divulgação/ND - 5 de 6
Odair Tramontin (Novo) - Nós precisamos criar uma nova política de repasses para os hospitais municipais e filantrópicos, notadamente os que tem a característica de atendimento regional em especialidades de média e alta complexidade. Minha meta é institucionalizar repasses fixos mensais da Secretaria de Estado da Saúde para as estruturas municipais ou regionais. Conforme a legislação, essa responsabilidade é dos governos estadual e federal, cabendo aos municípios o atendimento à saúde básica. Tenho conversado muito com o prefeito de Joinville, Adriano Silva, sobre esse tema. Hoje, a saúde em Joinville consome 40% do orçamento do município e a tabela SUS não é reajustada desde 2008. Eu vou liderar a criação de um grupo de governadores com a missão de promover o reajuste da tabela de procedimentos do SUS. O valor atual não cobre as despesas, está defasado. Cada uma das esferas dos governos precisa assumir uma parte do orçamento e dos custos que lhe cabe. Trataremos esse tema com muita responsabilidade, mas o compromisso assumido é o de viabilizar os repasses para a folha de pagamento do São José, trabalhando junto com os municípios e com os outros estados da federação para sensibilizar o governo federal para a necessidade de reajuste da tabela SUS urgentemente, pois só assim resolveremos os problemas de maneira definitiva. - Divulgação/ND - 6 de 6
Ralf Zimmer (PROS) - Nosso plano de governo visa fortalecer toda a rede pública hospitalar, e por evidente o Hospital São José de Joinville. Medicina preventiva, mutirões, e UTI's para crianças são fundamentais. Não dá mais para admitirmos que um Estado tão rico quanto o nosso morram crianças à falta de leitos. - Divulgação/ND
Problemas na infraestrutura do Hospital Regional Hans Dieter Schmidt são queixas recorrentes entre pacientes e familiares que utilizam a unidade. Como o candidato pretende resolver essas questões se eleito?
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Décio Lima (PT) - Historicamente o Hospital Regional de Joinville sofre com a falta de investimentos, tanto em infraestrutura como em gestão de pessoas. Já existem projetos de ampliação e reforma e é necessário averiguar como estão sendo encaminhadas. Agora, muito do que vemos hoje em toda a rede SUS é consequência da conhecida ‘PEC da morte', a EC 95 de 2016 A emenda impactou diretamente os gastos da União com a saúde. Nesse sentido o Lula já declarou que sendo novamente presidente não haverá teto de gastos com saúde e educação, assim sabemos que teremos comprometimento do Governo Federal também com Santa Catarina. - Divulgação/ND - 2 de 6
Gean Loureiro (União Brasil) - Acredito que as duas perguntas sobre os hospitais São José e Hans Dieter Schmidt podem ser respondidas juntamente com nossas propostas. Temos o compromisso, com um termo assinado, da construção do Hospital da Zona Sul de Joinville, que servirá justamente como uma alternativa para atendimentos de baixa e média complexidade, para que os hospitais Regional Hans Dieter Schmidt e Municipal São José possam focar em atendimentos mais complexos e de referência para especialidades. Além disso, a Política Hospitalar Catarinense também terá melhorias com o intuito de ajudar mais as instituições de saúde que precisam de apoio para continuarem operando com qualidade. No caso do São José, por exemplo, temos o compromisso de auxiliar no custeio da folha de pagamento. Assim a Prefeitura pode realocar parte do seu orçamento para outras áreas, como infraestrutura. - Luana Gasperi/Divulgação - 3 de 6
Jorginho Mello (PL) - Costumo dizer que a saúde em SC está doente. É falta de vagas em UTI, hospitais sem estrutura, “ambulanciaterapia” e 140 mil pessoas na fila de espera para fazer uma cirurgia eletiva. Em nosso governo a saúde será prioridade. Vamos reformar e equipar os maiores hospitais nas 21 regiões do Estado, que passarão a oferecer o atendimento de média e alta complexidade. Assim, o paciente não terá de se locomover longas distâncias para ser atendido. E, claro, o Hospital Regional Hans Dieter Schmidt terá atenção especial do governo, pois é desumano não oferecer atendimento de saúde digno para o paciente e a família. - Divulgação/ND - 4 de 6
Odair Tramontin (Novo) - O Hospital Regional Hans Dieter Schmitd está sucateado pela falta de manutenção e investimentos adequados em estrutura de trabalho e atendimento da população. Assim como uma casa precisa de manutenção constante, não é diferente em um espaço público onde circulam tantas pessoas. Além de criar uma política de manutenção dos espaços públicos, cujo problema principal é a forma de gestão, contrataremos os profissionais para a gestão da unidade por meio de processo seletivo. Esse é um diferencial do Partido Novo: colocar pessoas técnicas em cargos de gestão, eliminando a indicação e interferência política de pessoas sem qualificação adequada para a função. É o primeiro passo para a gestão eficiente da unidade. - Divulgação/ND - 5 de 6
Ralf Zimmer (PROS) - Nosso plano de governo visa fortalecer toda a rede pública hospitalar, e por evidente o Hospital São José de Joinville. Medicina preventiva, mutirões, e UTI's para crianças são fundamentais. Não dá mais para admitirmos que um Estado tão rico quanto o nosso morram crianças à falta de leitos. - Divulgação/ND - 6 de 6
Carlos Moisés (Republicanos) - Estamos investindo R$ 49,4 milhões na unidade regional de Joinville. Este recurso tem sido utilizado para reforma e ampliação do Centro Cirúrgico, da Central de Material Esterilizável (CME), da Internação Clínica e Cirúrgica, para construção da subestação de energia e para a entrega de 20 novos leitos de UTI. Com estas obras, vamos oferecer o atendimento que a população de Joinville merece. E este é um trabalho contínuo. Estamos melhorando a estrutura de todos os hospitais do estado. No próximo mandato, vamos inaugurar cinco novos hospitais, além de novas torres e alas em unidades existentes. - Divulgação/ND
As filas de espera para exames, consultas e cirurgias eletivas são longas e se tornaram ainda maiores após a pandemia. Quais os projetos do candidato para solucionar o problema?
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Gean Loureiro (União Brasil) - Uma das minhas primeiras ações como Governador será organizar junto à nossa equipe um mutirão de cirurgias e exames para zerar a fila, ou chegar o mais próximo disso. É inadmissível que mais de 100 mil pessoas esperem na fila em um Estado que tem dinheiro para disponibilizar e agilizar esses serviços, mas não faz por falta de gestão. Vamos verticalizar o mutirão, ou seja, contratando consulta, exame pré-operatório, a cirurgia e os procedimentos pós cirurgia em conjunto, para o paciente não precisar se deslocar de um local para o outro para completar todo o procedimento. - Luana Gasperi/Divulgação - 2 de 6
Jorginho Mello (PL) - Realmente este governo é muito ruim de serviço e não gosta de gente. Tem R$ 1 bilhão na conta e não resolve a questão da saúde em SC porque não quer. Em nosso governo vamos zerar a fila de espera de consultas e exames em seis meses. Eu vou fazer um mutirão. Vou chamar todos os hospitais filantrópicos, as direções deles, e os hospitais públicos. Hoje nós temos 152 filantrópicos e 21 públicos. Eu vou fazer um grande mutirão para com que os médicos possam atender os hospitais filantrópicos no sábado, no domingo, no feriado, à noite, pagando mais do que o SUS paga. Um exemplo: o SUS paga R$ 500 numa cirurgia de catarata. Vamos pagar R$ 1 mil para o médico e o hospital poderem fazer e limpar essa fila, se não é chover no molhado. Temos que aliviar a dor dessas pessoas, que estão há três anos com dor, o joelho rompido, esperando uma prótese, pedra no rim. - Divulgação/ND - 3 de 6
Odair Tramontin (Novo) - A saúde é prioridade, porque sem saúde a pessoa não faz mais nada. Para solução a curto prazo, Vamos criar um programa de parceria/convênio com instituições que oferecem os serviços, otimizando custos e a estrutura disponível para o atendimento da população. A médio e longo prazo, é a mudança da da forma de financiamento e gestão. Em Joinville, o prefeito Adriano Silva já trabalha com serviços conveniados na saúde, com repasse da tabela SUS, otimizando os custos, com garantia de qualidade no atendimento da população. Tendo sempre uma premissa: de buscar esse atendimento na região do paciente, o mais próximo possível. Santa Catarina tem grandes polos de medicina em todas as regiões. Não podemos mais admitir a “ambulancioterapia”, que transfere o paciente para localidades muito distantes da sua cidade de origem, submetendo a pessoa que já está debilitada a um desgaste desnecessário. Isso é desumano. - Divulgação/ND - 4 de 6
Ralf Zimmer (PROS) - Para solucionar e zerar a fila de cirurgias eletivas investiremos em mutirões e ampliação da rede hospitalar com parcerias público privadas, o Estado cedendo áreas e a iniciativa privada entrando com a construção e exploração de parcela do prédio. - Divulgação/ND - 5 de 6
Carlos Moisés (Republicanos) - Nós estamos trabalhando para zerar a fila de cirurgias eletivas até o final do ano. Realizamos, desde janeiro, 100 mil cirurgias eletivas e toda a nossa estrutura está mobilizada para fazer 24 mil cirurgias eletivas por mês. É importante ressaltar que lutamos uma guerra contra a Covid-19. Superamos a pandemia, mas essa guerra deixou consequências, como o represamento das cirurgias eletivas e dificuldades no atendimento. Agora, em uma nova fase, estamos trabalhando para sanar todos esses problemas. Tanto a fila para cirurgias quanto as filas para consultas e exames serão reduzidas com este esforço e com a estruturação em toda a rede de saúde. A saúde é a prioridade do nosso governo. - Divulgação/ND - 6 de 6
Décio Lima (PT) - Pretendemos criar um o Sistema Único de Saúde – o SUS catarinense – integrando todos os atendimentos para zerar a fila. Nesse sentido, precisamos integrar melhor o atendimento das redes estaduais com os hospitais filantrópicos, fundamentais para a saúde dos catarinenses que têm sido duramente afetados pelo caos na gestão da saúde. Isso será discutido amplamente com a sociedade organizada em meu governo. O que não pode continuar é o desrespeito com a integridade dos catarinenses. - Divulgação/ND
A duplicação da BR-280, no Norte de SC, é uma antiga reivindicação da população e, recentemente, envolveu o debate sobre a destinação de verbas estaduais para obras federais. Qual é a opinião do candidato sobre o assunto e os planos para a questão?
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Jorginho Mello (PL) - Não tem obra federal parada em SC. Claro, só não estão no ritmo que gostaríamos. A duplicação da BR-280, por exemplo, está andando. Algo que prejudicou muito SC foi o afastamento do atual governador do Governo Federal. Nenhum governador pode dar-se ao luxo de romper com o presidente da República. - Divulgação/ND - 2 de 6
Odair Tramontin (Novo) - Ao governo estadual, cabe a manutenção das estradas estaduais e novos investimentos que melhorem os modais de infraestrutura em todas as regiões do estado para garantir condições adequadas ao escoamento da produção. Em relação à BR-280, cabe ao governador articular a demanda de acelerar a duplicação da rodovia junto ao governo federal, com a participação dos deputados federais e senadores que representam o nosso estado. Essa demanda é antiga e já se falava na necessidade de duplicação em 2001, quando aconteceu a instalação da unidade de transformação de aço em São Francisco do Sul. Até hoje, o investimento não foi feito. Santa Catarina é um dos estados que mais arrecada impostos e um dos que menos recebe recursos do governo federal para investimentos. Está na hora de cobrarmos o retorno de investimentos que merecemos. Por isso, a necessidade de um governador que seja um líder, que converse com todos os setores, que tenha portas abertas no governo federal para cobrar, reivindicar o que Santa Catarina merece. Temos o 6ª maior PIB do Brasil e não somos tratados como deveríamos. Está na hora de mudar isso. E se preciso for, estudar a possibilidade de estadualização, como o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, está fazendo em alguns trechos, com o objetivo específico de conceder trechos de rodovias para a iniciativa privada para garantir os investimentos que as estradas catarinenses precisam. - Divulgação/ND - 3 de 6
Ralf Zimmer (PROS) - As rodovias federais vamos priorizar com alinhamento com a União para que venham mais recursos para o Estado. Paralelo a isso, recapear as rodovias estaduais, e estruturar com a União e a iniciativa privada rodovias com urgência, para baratear a logística, fomentar o turismo e reduzir o fluxo das rodovias. - Divulgação/ND - 4 de 6
Carlos Moisés (Republicanos) - Independentemente de quem é a responsabilidade, é o catarinense que trafega nas rodovias federais. Por isso, investimos R$ 465 milhões para acelerar quatro obras de extrema importância para os catarinenses, as BRs 470, 285, 163 e 280. Com a nossa parceria, conseguimos fazer andar estas obras que beneficiam todo o estado. Isso mostra a nossa postura colaborativa com o governo federal. Cabe ressaltar que já entregamos o trecho estadualizado da BR-280, em Guaramirim, uma obra de mais de R$ 100 milhões que se arrastava há muitos anos. Parte das obras adjacentes já foram entregues e outras estão em andamento, beneficiando toda a comunidade do Vale do Itapocu e a região Norte. Ou seja, nós investimos em rodovias federais e em estradas municipais, mas sem abandonar as estaduais que estão sob nossa responsabilidade. O nosso plano é continuar investindo nas rodovias estaduais. No primeiro mandato, investimos R$ 1,7 bilhão nas SCs e fizemos grandes avanços. E vamos avançar ainda mais. Serão 2.900 quilômetros de estradas construídas ou recuperadas no próximo governo. Se for necessário e se houver viabilidade, vamos colocar mais dinheiro em rodovias federais, pois o maior beneficiado é o povo catarinense. - Divulgação/ND - 5 de 6
Décio Lima (PT) - É inaceitável que essa dinâmica estabelecida tanto pelo atual governo federal e a gestão Moisés se perpetue. Com o presidente Lula, que tudo indica sairá vitorioso nas urnas, pretende retomar o verdadeiro pacto federativo como se viu aqui no passado, quando 60% dos impostos federais pagos por Santa Catarina voltavam em forma de investimentos e melhorias para a população. Não podemos punir catarinenses por omissões do governo central, como vem acontecendo nos últimos anos. - Divulgação/ND - 6 de 6
Gean Loureiro (União Brasil) - Vamos auxiliar o Governo Federal para acelerar as obras da BR-280, pois é uma situação que não podemos mais adiar, até porque envolve o risco à vida de pessoas que passam todos os dias por ali. De forma geral, acredito que deve haver uma contrapartida do Governo Federal quando o Estado se propõe a assumir alguma obra, como abater a dívida com a União. - Luana Gasperi/Divulgação
A SC-108 sofre com deslizamentos constantes, enquanto a SC-418 tem problemas na pavimentação e insegurança dos motoristas relacionada à Serra Dona Francisca, cenário de muitos acidentes. Quais os projetos do candidato para essas e outras rodovias estaduais da região?
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Odair Tramontin (Novo) - Para a SC-418 já existe um projeto desenvolvido pelo governo do estado, parte com duplicação e parte com três pistas no trecho da serra, além de áreas de escape nos pontos mais perigosos. A nossa responsabilidade é dar continuidade aos projetos já em andamento e que tenham essa relevância para a melhoria da infraestrutura, seja para o escoamento da produção, seja para a segurança de quem trafega nas rodovias. O mesmo se aplica à SC-108 e outras rodovias que precisam de melhorias na mobilidade e segurança. Investimentos em infraestrutura estão entre as nossas prioridades do Plano de Governo, além de dar continuidade ao que o governo atual vem fazendo. - Divulgação/ND - 2 de 6
Ralf Zimmer (PROS) - As seguranças nas rodovias são da ordem do dia. Iremos investir nisso também sem sombra de dúvidas. A população não merece passar pelos riscos da Serra da Dona Francisca. - Divulgação/ND - 3 de 6
Carlos Moisés (Republicanos) - A revitalização da Serra Dona Francisca é um dos principais projetos do governo de Santa Catarina. Vamos investir aproximadamente R$ 200 milhões para recuperar a rodovia e melhorar a segurança. Estão previstas três áreas de escape e 35,6 quilômetros de terceiras faixas, o que representa mais de 60% do trecho. Este projeto já está em andamento. Quanto à SC-108, já licitamos uma importante obra de contenção de encostas, orçada em R$ 2,3 milhões, para solucionar este problema. Cabe ressaltar que o nosso investimento em manutenção de rodovias é o maior da história de Santa Catarina. Pegamos o estado com 74% das estradas em condições ruins ou péssimas e já reduzimos este número para 24%. Nesse ritmo, no próximo mandato, vamos zerar este número e deixar todas as rodovias do estado em boas condições. - Divulgação/ND - 4 de 6
Décio Lima (PT) - Pretendo lançar, logo no início de meu mandato, um amplo programa de investimentos em infraestrutura para dar celeridade às obras em andamento e cuidar de antigas demandas, como é o caso da SC-418. Vamos utilizar a capacidade de endividamento de Santa Catarina, que é fantástica, para reverter essa precariedade que tomou nossas rodovias. Além disso, pretendemos estabelecer importantes parcerias com o setor privado, que hoje aguarda para investir em Santa Catarina, mas não consegue por conta da insegurança jurídica que se instalou no estado. - Divulgação/ND - 5 de 6
Gean Loureiro (União Brasil) - É meu compromisso, a Serra Dona Francisca será toda revitalizada. Todas as estradas estaduais também passarão por estudos após a criação de um comitê de estudo e manutenção das rodovias ligado diretamente ao meu gabinete, para que eu possa acompanhar de perto as necessidades e demandar o que for prioritário. Nós asfaltamos mais de 300km em Florianópolis, uma única cidade. Isso porque eu acordo cedo, visito obra por obra, e cobro muita agilidade das empresas. - Luana Gasperi/Divulgação - 6 de 6
Jorginho Mello (PL) - Faremos um amplo programa de recuperação das 22 rodovias estaduais que estão em situação de calamidade, segundo estudo da Fiesc. Também faremos o asfaltamento das principais estradas rurais para melhorar a mobilidade. Sobre a SC-418 vamos avançar na sua recuperação e a Serra Dona Francisca precisa de atenção, com asfalto bom e sinalização eficiente. - Divulgação/ND
Enquanto a rede municipal de Joinville se destaca por conquistar notas maiores do que as projetadas no Ideb, o mesmo não acontece na rede estadual. Quais os planos do candidato para fortalecer a educação após as séries iniciais?
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Ralf Zimmer (PROS) - A educação trataremos com muita atenção. Fortalecer e modernizar os prédios. Levar tecnologia à sala de aula. Competições e gincanas de matemática, oratória e esportes para trazer prazer ao aluno e assim aumentar seu rendimento. - Divulgação/ND - 2 de 6
Carlos Moisés (Republicanos) - A educação de Joinville é exemplar e cabe destacar o papel do nosso vice, Udo Döhler, prefeito da cidade por oito anos. Durante sua gestão houve grande avanço na educação joinvilense e é este avanço que estamos fazendo na educação de Santa Catarina, com o maior investimento da história do estado. Pela primeira vez, investimos mais do que o mínimo exigido pela Constituição no setor. Foram 27,4%, sem gambiarras. Em 2021, investimos R$ 7,7 bilhões, com recordes de bolsas de estudo e na educação especial. Nunca houve tanto dinheiro para essas áreas. Aumentamos o salário dos professores (remuneração mínima de R$ 5 mil para professor com 40 horas semanais e ensino superior), oferecemos bolsas para estudantes do ensino médio (R$ 568 por mês para 58 mil jovens) e para universitários (R$ 430 milhões só no primeiro semestre deste ano) e realizamos obras em mais de mil escolas. Compramos laptops para professores e tablets para alunos, instalamos lousas digitais e estamos implantando 500 espaços maker. Também demos início ao Novo Ensino Médio, permitindo que o estudante se aprofunde no campo de conhecimento que ele escolher. Como o governo mais municipalista da história, também distribuímos dinheiro para que as cidades construam ou reformem creches e escolas. Todo esse investimento terá um grande impacto na educação catarinense, que será uma das melhores do país. - Divulgação/ND - 3 de 6
Décio Lima (PT) - Quero implementar uma verdadeira revolução no ensino catarinense, que lida com 27 mil estudantes fora da rede escolar. A evasão escolar será um combate permanente em meu governo. Um passo fundamental nesse sentido é ampliar os investimentos em tecnologia, para adaptar a rede de ensino à geração que já nasceu na época de grandes avanços tecnológicos; Santa Catarina precisa se inserir nesse contexto. Além disso, é essencial a recomposição do orçamento da UFSC – que sofreu cortes no governo de Jair Bolsonaro – e a criação de 21 institutos federais para qualificar a mão de obra local. Claro, a valorização do professor está na nossa pauta, bem como a revisão do ensino médio e do plano de carreira do Magistério Estadual. - Divulgação/ND - 4 de 6
Gean Loureiro (União Brasil) - Isso acontece também em Florianópolis, onde revolucionamos a educação infantil e básica, e em muitos outros municípios de Santa Catarina. Não basta pintar a fachada das escolas ou distribuir materiais, é necessário pensar em uma reestruturação da educação Estadual, e iremos tomar à frente deste projeto para executar. Quero levar o modelo da Escola do Futuro, que implantamos em Florianópolis, com ensino em inglês, português, libras e letramento digital para todas as regiões de Santa Catarina. - Luana Gasperi/Divulgação - 5 de 6
Jorginho Mello (PL) - Vamos valorizar o professor e atuar para melhorar as condições de trabalho dos nossos mestres. SC tem um índice de evasão escolar preocupante que vamos enfrentar. Na educação temos o plano de criar a Rede Etecs para promover ensino profissionalizante para nossos jovens de acordo com a vocação regional. Exemplo: Sul (cerâmica), Norte (metalmecânico), Vale (têxtil), Oeste (agro), Planalto (madeira) e Litoral (turismo). Vamos integrar as quase 1 mil escolas estaduais com o Sistema S e Acafe. O aluno estuda no período do dia em uma escola estadual. No contraturno, se qualifica tecnicamente em unidades do Sistema S como Senai, Senac, Sesi, Senat e Acafe. Sem falar em nosso programa Faculdade Gratuita. As faculdades do Sistema Acafe irão oferecer ensino superior gratuito, realizando o sonho de jovens e das famílias. Isso para todos os alunos e cursos. Depois de formado ele vai trabalhar quatro horas por semana para o Estado. - Divulgação/ND - 6 de 6
Odair Tramontin (Novo) - Vamos seguir o exemplo do prefeito de Joinville, Adriano Silva. Apesar de Joinville já se destacar no Ideb, a administração do Novo vem criando novos programas que priorizam a melhoria do ensino. Cito como exemplo, a criação do Idem, um índice próprio da educação municipal que a cada três meses avalia o desempenho dos estudantes. Essa frequência é fundamental para que se possa corrigir rapidamente qualquer sinal de dificuldade da unidade escolar ou dos estudantes, direcionando-os para aulas de reforço. O índice define também as metas que cada unidade escolar deve atingir, destinando uma remuneração variável aos profissionais, com base nos resultados alcançados. Outro investimento necessário é a criação de programas de ensino técnico profissionalizante por meio de convênios com instituições que já tem experiência no setor e que oferecem esse tipo de capacitação. Trabalhar com a estrutura do sistema S, que já existe e é muito eficiente no que faz, na formação de jovens para o mercado de trabalho. Dessa forma, ampliaremos a disponibilidade de mão de obra que o mercado precisa e a capacitação profissionalizante aos jovens, com acesso facilitado ao trabalho. - Divulgação/ND
Joinville se destaca em diversas modalidades esportivas, mas é carente de estruturas próprias para isso, a exemplo do que ocorre com o futsal e atletismo. Como o candidato pretende apoiar a cidade nessa questão?
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Carlos Moisés (Republicanos) - O governo vai recuperar um dos espaços mais tradicionais do esporte catarinense, o Ginásio Ivan Rodrigues. Será uma obra de reforma e ampliação orçada em R$ 10 milhões, com o edital de projeto já realizado. Outro projeto da Fesporte, ainda sem previsão de início, é a construção de um novo centro esportivo ao lado da Arena Joinville, a “Areninha”. O governo do estado também está investindo na construção de quadras esportivas nas escolas, fortalecendo o desenvolvimento esportivo na escola. - Divulgação/ND - 2 de 6
Décio Lima (PT) - O esporte é um dos principais instrumentos da cidadania, dos valores fundamentais e da saúde. Em meu governo, políticas de estímulo ao esporte terão prioridade. Uma situação que não terá espaço em meu governo e essa que acontece aqui, com o sucateamento do Ginásio Ivan Rodrigues, que é de responsabilidade do estado. Temos um projeto para retomar o projeto e ampliar sua capacidade. - Divulgação/ND - 3 de 6
Gean Loureiro (União Brasil) - Apoiar os municípios em seus potenciais, de forma individualizada, deve ser um papel do Governo do Estado. O esporte será valorizado, terá mais investimentos em infraestrutura, principalmente em cidades que apresentam necessidades em relação à potência. Cito o exemplo do bairro Educador que fizemos em Florianópolis para o contraturno escolar. Ao invés de criarmos novas modalidades, investimos em projetos já existentes da comunidade, apoiando financeiramente e expandindo. Se a cidade já tem sua vocação, o Estado não precisa “inventar a roda”, ele deve apoiar. - Luana Gasperi/Divulgação - 4 de 6
Jorginho Mello (PL) - O esporte é um importante instrumento de transformação e inclusão social. Revela talentos, mas também motiva o jovem a integrar-se e até melhora o desempenho na escola. Entre nossas propostas está a parceria com municípios para a implantação de quadras, campos de futebol e equipamentos esportivos, conservação dos já existentes, para a prática de ginástica, exercícios físicos, atletismo, corrida de rua, vôlei, basquete, ciclismo, skate, futsal e natação. Além, claro, de programas de incentivos aos talentos que despontam e precisam de apoio para avançar no esporte. - Divulgação/ND - 5 de 6
Odair Tramontin (Novo) - No nosso Plano de Governo contemplamos essa demanda por meio do desenvolvimento de estratégias para atrair investimentos em edificações destinadas a práticas esportivas e culturais através de parcerias público-privadas. Também vamos prospectar e credenciar empresas de Santa Catarina capazes de participar das leis de incentivo à cultura e esportes. Além de estudar a possibilidade de editais para concessão de áreas de lazer, com a garantia de uso do espaço público para projetos sociais de cultura e esporte. - Divulgação/ND - 6 de 6
Ralf Zimmer (PROS) - Joinville muito colabora com o Estado e merece centros esportivos de ponta, cidade celeiro de atletas historicamente não pode ficar abandonada. Vamos investir em melhorar as estruturas que já existem e em parceria com a iniciativa privada aumentar as áreas esportivas para inclusão social e esporte de alto rendimento. - Divulgação/ND
Nos últimos anos, cresceu o número de famílias cadastradas no Cadastro Único em Joinville. Quais os planos do candidato para fortalecer o acesso à renda e auxiliar as pessoas em pobreza e extrema pobreza?
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Décio Lima (PT) - Muita gente fala que não há pobreza e fome em Santa Catarina, mas é exatamente o contrário. Em Joinville, são 26 mil pessoas na condição de extrema pobreza e, no estado, mais de 500 mil passam fome. Vamos recuperar o compromisso do presidente Lula em garantir ao menos três refeições para todos. Isso é papel do estado e não podemos admitir que se passe fome no país que mais produz alimentos no mundo. Também vamos instituir o maior salário mínimo do Brasil, além de desonerar a cesta básica catarinense, a segunda mais cara do país. - Divulgação/ND - 2 de 6
Gean Loureiro (União Brasil) - Eu acredito que a justiça social é a principal vertente que devemos buscar enquanto governo. As cidades precisam de apoio do Estado para lidarem com as necessidades de pessoas em vulnerabilidade social. Em Floripa, nao deixamos de atender a população, fomos a primeira prefeitura a pagar um Auxílio Municipal Emergencial durante a pandemia, para famílias com baixa renda, e tivemos outras iniciativas práticas, como o restaurante popular, que oferece três refeições por dia de graça para quem não pode pagar. Outra ação importante é também a qualificação de mão de obra, para quem pessoas sem emprego tenham oportunidade de se especializarem e buscarem emprego em áreas que precisam de gente para trabalhar e até mesmo para proporcionar a melhoria do salário de quem já tem emprego. - Luana Gasperi/Divulgação - 3 de 6
Jorginho Mello (PL) - Em primeiro lugar, é estreitar ainda mais a parceria com o governo federal. Santa Catarina já ultrapassou a marca de 200 mil famílias contempladas com o Auxílio Brasil. Já são mais de 200 mil lares que recebem R$ 600 do programa. Santa Catarina conta também com mais de 50 mil famílias atendidas pelo Auxílio Gás. Joinville é o município com a maior quantidade de lares atendidos pelo programa, chegando a quase 5 mil. Vamos também qualificar os nossos jovens no ensino médio com a Rede Etecs para que logo cedo ganhem seu dinheiro e ajudem em casa. Vou fazer também o Pronampe Catarinense, um grande programa de auxílio financeiro que vai, a exemplo do Pronampe nacional, oferecer crédito barato, gerar e salvar empregos. - Divulgação/ND - 4 de 6
Odair Tramontin (Novo) - Investir no ensino profissionalizante é um dos caminhos que possibilita o acesso da população mais vulnerável ao mercado de trabalho. Priorizar a educação é fundamental para a transformação. A educação é um instrumento de mobilidade social, capaz de transformar para melhor a vida de um jovem, da família toda. A minha trajetória é um exemplo disso. Vim de uma família humilde, do interior, sempre estudei em escola pública e com o meu esforço consegui chegar à faculdade, me formar e passar em um concurso público, dando início a uma carreira que já dura 34 anos como promotor de Justiça. Sabemos que isso leva tempo, é uma visão de longo prazo, mas precisamos começar. De imediato, no governo do estado, vamos elaborar políticas sociais em parceria com as prefeituras para pessoas em situação de rua, buscando sua emancipação econômica. Também iremos buscar parcerias com entidades para formação profissional de pessoas em situação de vulnerabilidade social, visando sua reinserção no mercado de trabalho. - Divulgação/ND - 5 de 6
Ralf Zimmer (PROS) - Pessoas em extrema pobreza precisam de uma rede coordenada de apoio para saírem dessa condição, vamos contratar esforços do Estado, e com instituições históricas, como a maçonaria e outras, para buscar dar dignidade à nossa gente. - Divulgação/ND - 6 de 6
Carlos Moisés (Republicanos) - Este é um problema que se intensificou no mundo por causa da pandemia e de outras situações que geraram inflação, desemprego e migração de pessoas. Santa Catarina, apesar de ser o estado com o menor percentual de pobreza do Brasil e com a menor desigualdade social, também enfrenta esta situação e nós trabalhamos arduamente para melhorar. Criamos um dos maiores programas de enfrentamento à desigualdade, o Gente Catarina, cujo o objetivo é aumentar o IDH de 61 municípios que registravam indicadores abaixo da média estadual. Investimos R$ 70 milhões na construção de casas populares, combatemos a evasão escolar com o Bolsa Estudante e oferecemos cursos de qualificação para 5 mil trabalhadores. Fizemos convênio com a Facisc para criar políticas de desenvolvimento socioeconômico nos municípios mais pobres, fortalecendo a economia local e melhorando a qualidade de vida dos moradores. Com o nosso auxílio emergencial, o SC Mais Renda, repassamos quase R$ 10 milhões em recursos para famílias que precisam. Por fim, trabalhamos para gerar emprego e oportunidade aos catarinenses. São investimentos robustos em todas as áreas que se refletem na economia. Durante o nosso governo, geramos um emprego a cada cinco minutos. É dessa forma, com a assistência social necessária, com investimento na educação e com geração de oportunidades que vamos superar a extrema pobreza e reduzir a pobreza. - Divulgação/ND
Joinville se destaca pela versatilidade na economia, com indústria forte, crescimento de empresas de tecnologia e boa atuação em setores como serviços, turismo e agricultura. Como o candidato pretende fortalecer esses segmentos?
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Gean Loureiro (União Brasil) - Primeiro, com ampliação da educação técnica voltada para o mercado de trabalho. O fortalecimento da indústria também será discutido de forma individualizada, pois Joinville possui características específicas e necessidades para o setor. Durante a campanha tenho visitado diversas indústrias de Joinville e região, e tenho visto a impossibilidade de crescimento por falta de mão de obra qualificada. Isso é um absurdo em um Estado com tanto potencial econômico. - Luana Gasperi/Divulgação - 2 de 6
Jorginho Mello (PL) - Primeiro quero ressaltar que em meu governo não haverá aumento de impostos. Inclusive acredito que, baixando impostos, o governo só aumenta a arrecadação. Então vamos trabalhar para que o Estado tenha um ambiente de negócios mais atraente. Já mostramos com o Pronampe Nacional que podemos fazer muito pela economia de SC. Esse programa só aqui em SC salvou 750 mil empregos e 75 mil empresas emprestando R$ 5 bilhões. Faremos o Pronanpe de SC, uma linha de crédito especial para os micro e pequenos empreendedores continuarem gerando emprego e renda. Faremos ainda o Pronampe Rural para amparar com crédito o produtor rural, vamos fortalecer e investir em energia trifásica para beneficiar os negócios no campo, além de melhorar nossas estradas para facilitar o escoamento da produção. - Divulgação/ND - 3 de 6
Odair Tramontin (Novo) - O ponto central é melhorar o ambiente de negócios, estendendo tapete laranja pra que empreende e produz. Trabalhar por um estado mais eficiente que atraia novos investimentos e geração de empregos. Está na hora do estado parar de atrapalhar o cidadão e criar condições adequadas para o empreendedorismo. Deixar trabalhar quem quer produzir e gerar renda. Vamos avaliar e simplificar leis, normas e regulamentos, revogando todas aquelas que sejam obstáculos ao desenvolvimento. Uma promessa que já fiz ao prefeito Adriano é a municipalização dos serviços de autorização ambiental, pois no atual modelo atrasa muito a vida de quem produz. No turismo, desenvolver um programa para recuperação do trade turístico de Santa Catarina, pautado em crédito, infraestrutura, qualificação e promoção do setor. Criar rotas turísticas em parceria com prefeituras e empresas locais. Na área da agricultura, criar programas de infraestrutura e negócios para contemplar o crescimento do agronegócio e agricultura familiar. Há muito o que fazer. O estado precisa ser um facilitador e não um complicador de iniciativas empreendedoras. - Divulgação/ND - 4 de 6
Ralf Zimmer (PROS) - Para fortalecer a economia de Joinville precisamos ampliar a oferta de energia antes de tudo, e trabalharemos para isso lado a lado com a Celesc e com a iniciativa privada. No que tange ao Turismo iremos ajudar os municípios a divulgarem e promoverem seus eventos típicos. - Divulgação/ND - 5 de 6
Carlos Moisés (Republicanos) - A riqueza de Santa Catarina vem justamente da diversidade construída historicamente. Cidades fortes em todas as regiões, economia diversificada e pluralidade cultural fazem de Santa Catarina o melhor estado do Brasil. Para ampliar ainda mais essa característica, fizemos o governo mais municipalista da história. Com o Plano 1000, estamos investindo R$ 604 milhões em Joinville, que é a nossa maior cidade, a nossa maior economia e um orgulho para toda Santa Catarina. E esta é só uma parte dos investimentos da cidade. Duplicamos o Eixo Industrial, estamos fazendo um elevado sobre a Dona Francisca, o Eixo K, a ponte da rua Aubé e o Complexo Intermunicipal Multimodal (entre Joinville e Guaramirim), entre outras obras e projetos que vão contribuir efetivamente com a economia da cidade. Como Joinville, todas as cidades têm recebido investimentos expressivos em rodovias, em tecnologia, em saúde e em segurança. Dessa forma, valorizamos as empresas do estado e atraímos novos investimentos. Criamos uma nova política de benefícios fiscais, com regras claras, e aumentamos a competitividade quando reduzimos o ICMS da indústria, corrigindo uma distorção histórica que a colocava em desvantagem com outros estados. Com o programa Invest SC, abrimos o estado para investimentos estrangeiros e já estamos colhendo resultados. Também estamos construindo o Terminal Gás Sul (THS), junto ao Porto de São Francisco do Sul, que vai ampliar a oferta de gás natural e beneficiar toda a indústria catarinense. - Divulgação/ND - 6 de 6
Décio Lima (PT) - Pretendo fazer um governo amplo, que dialogue com todos e governe junto. Meu primeiro ato de governo será sentar com todos os setores empresariais, uma política de portas abertas, prefeitos e representantes da sociedade civil para identificar as prioridades e atacar as importantes demandas que temos no estado. Seremos um governo parceiro do empreendedorismo, que atue junto e não atrapalhe quem escolha empreender. - Divulgação/ND
Os candidatos Espiridião Amin (PP), Jorge Boeira (PDT), Leandro Borges (PCO) e Alex Alano (PSTU) não responderam até o fechamento desta matéria.
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