Foi com a Recreativa dos Comerciários lotada que o MDB de Joinville definiu, enfim, o seu candidato a prefeito nas eleições deste ano. O ex-procurador-geral do município, Luiz Claudio Gubert, disputará sua primeira eleição após ser o escolhido do partido para a cabeça de chapa na noite desta sexta-feira (02).
Com a presença da senadora Ivete da Silveira, a convenção do MDB foi marcada por saudosismo à memória do ex-governador Luiz Henrique da Silveira, que morreu em maio de 2015. Saudosismo, este, evidenciado nos discursos e em um vídeo exibido logo após a fala da senadora, em que Luiz Henrique aparece mandando uma mensagem ao partido.
Foi a própria senadora quem apresentou, nos primeiros minutos, Luiz Claudio Gubert como candidato, colocando fim à especulação sobre o nome do MDB para esta eleição. Isso porque, após Gubert ser anunciado como pré-candidato, a cúpula estadual do partido defendeu que Fernando Krelling, deputado estadual e presidente do MDB em Joinville, fosse o candidato.
SeguirQuando discursou, Krelling defendeu o nome de Gubert e foi taxativo: “Seria uma afronta se um partido tão histórico, tão vitorioso, não tivesse se colocado à disposição das urnas”. Assim como Esperidião Amin fez na semana passada, o presidente do MDB também criticou as chamadas “ondas”. “MDB não é partido de onda, não é partido de modinha”.
Em primeira eleição, Gubert ainda não tem vice
Luiz Claudio Gubert encara um desafio já na primeira eleição da sua vida, e afirma que está realizando um sonho “Sempre tive vontade de ser um candidato a um cargo público. E quando surgiu este convite do MDB, eu recebi esta missão com muita vontade, muita garra”, afirmou.
Quem estará ao lado de Gubert para a majoritária ainda é uma incógnita, mas há possibilidade de que um segundo partido integre a chapa e indique o nome para o cargo de vice.
Conforme o ND Mais noticiou na última segunda-feira (29) em primeira mão, o Progressistas mantém conversas com o MDB. Se os partidos se coligarem, a união poderá se definir como uma “aliança histórica”, como afirmou Fernando Krelling, já que as legendas são rivais históricas no Estado.