Partidos de esquerda fazem manifestação pró-Hamas – Foto: Reprodução/InternetInterpretação de textos, com a qualidade das nossas escolas, é para poucos. Em tempos de polarização nas redes sociais onde bem poucos sabem usar vírgulas e pontos, é o campo ideal para os ‘haters’, a turminha da lacração e confusão. Desde o ocorrido no trágico atentado terrorista do último 7 de outubro em Israel, a esquerda global se viu num dilema, o de tentar justificar o massacre indiscriminado de pessoas que estavam no solo da bíblica Canaã. Israel e a Palestina merecem uma gleba de terra para chamar de sua e defende-la até a morte. Foi assim em todos os tempos, em todos os continentes, tribos aborígenes defendendo-se dos invasores. A Reforma Agrária está aí para provar que todos têm direito ao solo sagrado com escritura em cartório.
O que não tem explicação é desfilar na Avenida Paulista num bloco com charanga e bateria, carnavalizando para enaltecer o Hezbollah, o Talibã, a Irmandade Muçulmana ou o Hamas, o PCC, o Comando Vermelho, entre muitos. Esses são os mesmos que juram que toda vida de negros é sagrada (Black Lives Matter), que protegem as minorias, desde que não sejam crianças no ventre da mãe.
Para os bons entendedores, o meu posicionamento é claro, estou com Israel e Palestina e contra terroristas. Se a ONU não conseguiu até hoje colocar um marco temporal para saber de quem são as terras do Oriente Médio, não será o Cacau ou o esquerdista que irá faze-lo. Na 2a. Guerra Mundial estima-se que morreram mais de 50 milhões de civis, que não eram combatentes, apenas inocentes.
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