Dez candidatos concorrem a vaga ao governo de Santa Catarina nas Eleições 2022. A lista está disponível no site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Veja abaixo, por ordem alfabética, o que os postulantes a governador de SC falaram ao portal Voto+ sobre o fim dos supersalários e privilégios no setor público.
Dez candidatos disputam o cargo de governador de SC- Foto: Daniel Queiroz/Arquivo/NDDécio Lima (PT):
Defendo um estado protetor, amplo, eficiente e presente na vida do povo catarinense. Não permitiremos nenhuma distorção e acúmulo indevido de privilégios, onde criam-se castas que decepcionam o povo catarinense. Mas não deixaremos de empoderar o servidor público, maior patrimônio que o Estado tem.
Esperidião Amin (PP)
A legislação e os controles devem ser aprimorados.
Gean Loureiro (União Brasil)
Na minha vida pública sempre fui contra o pagamento de supersalários. Essa pauta já esteve em reformas administrativas que propus, inclusive. Os cortes de supersalários, benefícios e gastos abusivos ajudaram a tirar as contas da prefeitura do vermelho, que era a situação quando assumi, em 2017.
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Jorge Boeira (PDT)
Durante quatro mandatos como deputado federal fui reconhecido como aquele que menos gastava verbas de gabinete. Essa austeridade é parte do meu compromisso no trato da gestão pública. Sou contra todos os tipos de privilégios e mamatas. Que a lei seja dura com aqueles que tenham se beneficiados.
Jorginho Mello (PL)
Servidor público deve, como o próprio nome diz, servir a população e não se servir do dinheiro público. Vejo com bom olhos enxugar ainda mais a máquina pública, com a extinção de algumas pastas e acabar com o cabide de empregos.
Leandro Borges (PCO)
Manutenção do regime de estabilidade dos servidores públicos.
Moisés (Republicanos)
Todo cargo ou pasta em que não é possível quantificar e qualificar por meio de indicadores o seu benefício em favor da máquina pública deve ser extinto. Ao assumirmos o Estado, essa foi uma das nossas primeiras ações. Extinguimos as ADRs e mais de 2 mil cargos comissionados e funções gratificadas.
Odair Tramontin (Novo)
Sou favorável ao combate aos supersalários e o fim dos privilégios injustificados, pois é valor do Partido Novo a igualdade de todos perante a lei. Mas é importante ser lembrado que o servidor público precisa ser valorizado porque assim os serviços prestados são de maior qualidade.
Professor Alex Alano (PSTU)
Defendemos o fim dos cargos comissionados, e que o salário dos parlamentares seja igual a de um professor da rede pública. Além da valorização do servidor público para a construção e ampliação de um serviço público de qualidade para toda a população.
Ralf Zimmer (Pros)
Também é prioridade no nosso plano de governo acabar com supersalários e privilégios indevidos no setor público. Denunciei no MP, MPF e no Tribunal de Contas, inclusive, privilégios que atingem minha categoria e meu bolso, como a indenização pelo uso de veículo automotor de 5 mil reais por mês.