Depois que o presidente da Alesc (Assembleia Legislativa de Santa Catarina), Moacir Sopelsa, deu aval à instalação da CPI do Aborto, a decisão sobre a data de instalação será tomada no dia 26 de julho. Estarão reunidos os líderes partidários para decidirem se a Comissão terá 9, 7 ou 5 membros. O pedido já conta com 22 assinaturas. Eram necessárias apenas 14.
Ana Campagnolo (PSL) – Foto: Vicente Schmitt/Divulgação/NDLíder do movimento que resultou na criação da CPI do Aborto, a deputada Ana Caroline Campagnolo (PL) entrou com três representações: 1. Pedido de instauração de processo pela Comissão de Ética da OAB-SC sobre atuação da advogada da família da menina de 11 anos grávida após ter sido estuprada e ter tido acesso ao aborto legal.
2. Pedido ao Ministério Público Federal de afastamento cautelar da Procuradora da República Daniela Escobar, pela recomendação de prática do aborto.
Seguir3. Reclamação ao Conselho Nacional de Justiça por desrespeito a decisão judicial. A juíza Joana Ribeiro Zimmer havia rejeitado o pedido de execução do aborto.