Uma das estratégias usadas pelo governador Carlos Moisés esta semana foi tentar sensibilizar os deputados anunciando que irá, até dezembro, liberar R$ 464 milhões referentes às emendas impositivas. Tanto que participou da reunião desta segunda-feira (20) da Comissão de Finanças da Assembleia para fazer esse “afago”.
Carlos Moisés está em maus lençóis após respostas inconsistentes à CPI – Foto: Mauricio Vieira/Secom/Divulgação/NDSó que logo em seguida acontecia a audiência pública coordenada pelo deputado Marcos Vieira com prefeitos, entidades, hospitais e parlamentares sobre a pandemia que tomou rumos preocupantes no Estado.
Do governo participaram os secretários Paulo Eli da Fazenda e André Mota da Saúde. Oportunidade em que o governador poderia liderar o processo, mostrar presença e atuação, mas preferiu a omissão.
SeguirFoi uma enxurrada de reclamações em paralelo a declarações dos secretários como se tudo estivesse sob controle e bem encaminhado.
O prefeito de Tubarão, Joares Ponticelli disse que está acionando judicialmente o governo do Estado que, por meio do secretário da Saúde, declarou que liberou recursos para o município, que nunca chegaram.
Ponticelli afirmou que isso é grave . Mentem que liberam recursos deixando os prefeitos em situação de suspeição. Clima tenso que deverá se refletir na visita amanhã do ministro interino da Saúde, general Pazzuelo.