Durante o feriadão da Páscoa, o ex-tesoureiro do Diretório Estadual do MDB, Içurity Pereira da Silva, fez contatos com lideranças regionais para uma enfática defesa da candidatura própria ao governo do Estado.
O ex-vereador atuou por mais de 23 anos e as contas do MDB sempre foram aprovadas, sem qualquer restrição, pelo Tribunal Superior Eleitoral.
Içurity, segundo da esquerda para direita, na Diretoria da Aresc – Foto: divulgaçãoEm mensagem telefônica e nas redes sociais, manifesta-se contra aliança com o governador Carlos Moisés, justificando: “Não deixem o partido morrer. Se perder a eleição nesse projeto vou em qualquer palanque, vou botar nas redes socais, vou denunciar quem vendeu o MDB. Eu não vou sair do partido. Mas quem vendeu vai pagar caro.”
SeguirEm comunicado direto ao 1º. Vice-presidente do Diretório Estadual, o ex-deputado federal Edinho Bez, afirma: “Vou dizer claramente quem são os vendilhões do MDB, os deputados estaduais, os deputados federais. Vou dar de dedo, porque tenho autoridade histórica e moral. Santa Catarina vai conhecer os vendilhões do Templo”.
No contato com o ex-governador e ex-presidente Eduardo Pinho Moreira, enfatizou: “Vou indicar um por um quem vendeu o MDB para o sr. Carlos Moisés”.
Na mensagem de Páscoa que encaminhou ao presidente regional, o deputado federal Celso Maldaner, o ex-vereador, principal assessor do falecido governador Luiz Henrique da Silveira, afirma: “Celso, não deixa o partido derreter. Confirme a candidatura do Antídio ao governo pelo MDB. Se o partido derreter eles vão colocar a culpa em você. Podemos perder com honestidade. Mas não podemos perder sentados no colo de Moisés. Esta aliança vai sair cara para todo o mundo.”
E completou recordando ideário do falecido senador Casildo Maldaner: “Teu irmão me repetia sempre que “a história cobra”. E cobra muito caro”. Sou fundador do MDB e conheço sua história de 56 anos. Não vou sair do partido. Mas tenho autoridade para ir à televisão e indicar quem são os culpados disso”.
*