Industriais de SC pedem fim dos bloqueios nas rodovias, movimento já traz prejuízos

Presidente da Fiesc lembrou que enfrentamos crises institucional e da pandemia do coronavírus. Mario Cezar de Aguiar fez contato com governo e polícia

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O bloqueio de rodovias catarinenses já traz impactos para a sociedade. Em manifestação oficial nesta quarta-feira (8), o presidente da Fiesc, Mario Cezar de Aguiar, pediu tolerância aos manifestantes.

Caminhoneiros fazem paralisação no trevo de acesso a São Miguel do Oeste – Foto: Cristian Losch/Portal Peperi/NDCaminhoneiros fazem paralisação no trevo de acesso a São Miguel do Oeste – Foto: Cristian Losch/Portal Peperi/ND

“Enfrentamos crise institucional, pandemia que afeta toda a sociedade. Pedimos compreensão dos líderes do movimento dos caminhoneiros para reavaliar os bloqueios em curso nas rodovias de Santa Catarina”, afirmou.

Por meio da Fiesc, Aguiar encaminhou ofícios ao governo do Estado, à Polícia Rodoviária Federal e à Confederação Nacional das Indústrias.

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“O movimento já causa prejuízos consideráveis para o setor industrial e ameaça continuidade da produção e do transporte de insumos e produtos. Poderá comprometer o cumprimento de contratos, afetando diretamente a competitividade de Santa Catarina e do Brasil, prejudicando emprego e a renda”, disse.

“Respeitamos a categoria, que tem enorme importância, ainda mais num país em que o modal rodoviário é predominante. Não questionamos as reivindicações do movimento. Mas, pedimos que sejam adotados outros meios para resolver a questão. Defendemos a busca de uma solução de consenso para evitar que toda a sociedade em frente graves impactos econômicos e sociais”, completou.

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