AO VIVO: Assista ao interrogatório de Jair Bolsonaro no STF

Ex-presidente é acusado pela PGR de liderar plano para se manter no poder após derrota em 2022

Foto de Carolina Sott

Carolina Sott Florianópolis

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Interrogatório de Jair Bolsonaro acontece nesta terça-feiraInterrogatório de Jair Bolsonaro acontece nesta terça-feira – Foto: Fellipe Sampaio/STF

O interrogatório de Jair Bolsonaro (PL) acontece nesta terça-feira (10), a partir das 14h30, no STF (Supremo Tribunal Federal). O interrogatório faz parte da ação penal que investiga uma suposta tentativa de golpe de Estado após a derrota nas eleições de 2022.

Bolsonaro é réu e apontado pela Procuradoria-Geral da República como líder de uma organização criminosa suspeita de tentar dar um golpe de Estado. O objetivo, segundo as investigações, era manter o político do PL no poder mesmo após a derrota para Lula nas eleições de 2022.

De acordo com a acusação da procuradoria, Bolsonaro tinha conhecimento da minuta golpista que previa a decretação de medidas de estado de sítio e prisão dos ministros do STF e outras autoridades.

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Assista ao interrogatório de Jair Bolsonaro:

Moraes nega pedido para exibir vídeos no interrogatório de Jair Bolsonaro

Pouco antes do início do interrogatório, a defesa de Bolsonaro solicitou permissão para exibir vídeos e outros recursos audiovisuais durante a audiência. No entanto, o pedido foi negado pelo ministro Alexandre de Moraes.

Segundo o magistrado, o interrogatório não é o momento apropriado para apresentar novas provas que ainda não foram oficialmente incluídas no processo.

Jair Bolsonaro em sessão no STF – Foto: Ton Molina/STFJair Bolsonaro em sessão no STF – Foto: Ton Molina/STF

Ao analisar o pedido dos advogados do ex-presidente, Moraes disse que a fase de interrogatório não é o “momento adequado” para apresentação de provas desconhecidas.

Segundo o ministro, de acordo com o Código de Processo Penal, os vídeos deveriam ter sido juntados ao processo para manifestação das partes envolvidas.

“No interrogatório, o réu e sua defesa podem utilizar, apontar e fazer referência a qualquer prova presente nos autos, porém, não é o momento adequado para apresentação de provas novas, ainda não juntadas aos autos e desconhecidas das partes”, decidiu o ministro.