Com o fim dos trabalhos legislativos na segunda-feira, com a aprovação do Orçamento para 2025, o foco da Câmara de Vereadores de Florianópolis está na sucessão. Atual presidente, o vereador João Cobalchini (MDB) é favorito para continuar no cargo e deflagrou o processo de apresentação de apoios.
João Cobalchini articula com partidos a permanência na presidência da Câmara de Florianópolis – Foto: CMF/Divulgação/NDNa terça-feira, João Cobalchini publicou fotos com os vereadores que integram as bancadas do União Brasil (Dinho e Mamá) e do Republicanos (Adrianinho e Claudinei Marques). Nesta quarta-feira, foi a vez do vereador eleito Luiz Fernando Bezerra (MDB).
Esse anúncio, no entanto, expõe uma divisão na bancada emedebista, pela ausência do vereador reeleito Jeferson Backer (MDB). A postagem não cita o nome dele, mas lamenta a divisão. Backer também almejaria a presidência da Câmara.
Seguir“Política é a arte de construir e unir diferentes em prol sempre de um bem maior. Infelizmente, não contarei com a totalidade da minha bancada para a eleição da mesa. Entendo, entrentanto continuarei trilhando meu caminho e colocando em prática aquilo que já havia me comprometido”, disse Cobalchini.
João Cobalchini conta com o apoio do prefeito Topázio Neto
A definição sobre a mesa diretora em Florianópolis passa pela ascendência do prefeito reeleito Topázio Neto (PSD) sobre as duas maiores bancadas a partir de 2025: PSD e PL, com cinco integrantes cada. O apoio do prefeito é o maior trunfo de João Cobalchini para continuar no cargo.
Nas última semana, ele enfrentou desgaste com a proposta que criava na Câmara de Florianópolis a gratificação para integrantes da mesa diretora, nos moldes da Assembleia Legislativa – 50% adicional no salário do presidente, 30% para os demais integrantes. A proposta foi tirada de pauta.