Jorginho: os discursos e as esperanças renovadas

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Quem acompanhou a campanha política de 2022, assistiu ou ouviu os principais debates entre os candidatos ao governo catarinense, não tem do que reclamar sobre os pronunciamentos do governador Jorginho Mello no ato de posse e na nomeação do colegiado.

No Teatro Pedro Ivo Campos, olhando para os novos secretários, fez convocações e apelos veementes.

Jorginho Mello tomou posse como governador de Santa Catarina neste domingo – Foto: Eduardo Valente/NDJorginho Mello tomou posse como governador de Santa Catarina neste domingo – Foto: Eduardo Valente/ND

Elogiou a experiente secretária da Saúde, Carmem Zanotto, e lembrou os compromissos com o fim das filas de 100.000 cirurgias represadas.

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O secretário da Educação, Aristides Cimadon, pediu políticas públicas sobre gratuidade para estudantes nas Universidades já no segundo semestre, além de medidas concretas para melhoria das escolas. Santa Catarina soube, por seu depoimento, que escolas com aparelhos de ar condicionado estão depositados em caixas há dois anos porque o sistema elétrico é deficiente. E que chove dentro de várias unidades.

Criticou o IMA e a Casan pelas placas nas praias, a partir de outubro, indicando as que estão proibidas para banho. Quer ações de saneamento para evitar a repetição deste escândalo recorrente.

A Valdir Colatto pediu estudos da Secretaria da Agricultura para adoção do seguro agrícola aos micros e pequenos agricultores, protegendo-os contra as adversidades climáticas.

Anunciou estudos para o diagnóstico da situação das áreas mais vulneráveis às enchentes, transferindo a missão de prevenção ao secretário de Proteção e Defesa Civil, deputado Coronel Armando.

Na sequência, defendeu atividade laboral para todos os presos do sistema penitenciário, como ocorre em Curitibanos. Ampliaria o trabalho dos detidos em convênios com prefeituras para limpeza das praças e desobstrução de bueiros.

Finalmente, garantiu que o governador não ficará encastelado na Casa da Agronômica e que vai ouvir o povo nas ruas, declarou guerra à burocracia governamental e prometeu transparência das contas públicas.